A farra de distribuição de cargos na máquina pública

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 14 abr 2014

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da Redação

CAbide BB (2)A distribuição de cargos no Brasil envolvendo a máquina pública foi transformada em moeda de troca em campanha eleitoral. Visa o candidato angariar o maior tempo possível no Rádio/TV. O apoio dado em uma Coligação Partidária é negociado para 4 anos de governo, seja ele municipal, estadual ou federal. Daí a quantidade exagerada de ministérios, secretarias estaduais e municipais para farta distribuição de cargos para os aliados. Uma negociata vergonhosa que permite o inchaço e ineficiência da máquina pública. São milhões jogados fora com gente incompetente.

 O PT montou uma base de apoio fisiológica que lhe dá um imenso poder de fogo para a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Vejam como pode ficar a distribuição do horário eleitoral:

Se o PT conseguir a coligação que busca, atraindo partidos (PT, PMDB, PTB, PSD, PDT, PCdoB, PR, Pros, PR B, PP e PMN), terá 15m25 dos 25 minutos diários de propaganda no Rádio/TV, de acordo simulação. O candidato Aécio  Neves (PSDB, DEM, Solidariedade) teria quatro minutos e Eduardo Campos (PSB e PPS) 1m23 entre  19 de agosto e 2 de outubro. Os miúdos teriam entre 20 e 46 segundos cada um.

Não é só o horário eleitoral. Este tempo também é distribuído em comerciais de 15 ou 30 segundos que são veiculados durante o dia e que, segundo os especialistas, possuem uma eficiência ainda maior do que os programas eleitorais porque são inseridos em horário nobre dos veículos de comunicação.

Por isso, é fundamental que a militância das redes sociais esteja ativa e trabalhe para conquistar votos. Que use o facebook, o twitter, as áreas de comentários de jornais, revistas e portais para levar a mensagem da oposição. Uma mensagem de mudança, que é o que querem 72% dos brasileiros. Que levem fatos e dados sobre a incompetência do governo petista na economia, na educação, na saúde, na segurança

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