Primeiro Encontro do Agronegócio Florestal e Revitalização da Atividade Cafeeira é realizado em Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Geral, Meio Ambiente, Trabalho, Vit. da Conquista | Data: 03 mar 2020

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Foi realizado na tarde desta segunda-feira (02) , no plenário da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, o primeiro Encontro do Agronegócio Florestal e Revitalização da Atividade Cafeeira de Vitória da Conquista, com a presença do presidente do BNB, Romildo Rolim.

O evento contou com a participação de políticos, estudantes e produtores de toda a região. Durante o evento foram realizadas palestras, com o presidente do Pró-Conquista, Itamar Figueiredo, que falou sobre a economia de Vitória da Conquista, do café à produção de biscoito, além da indústria, comércio e o setor de prestação de serviço. E também com o engenheiro florestal Laércio Couto falou acerca das espécies florestais da região, tais como, a jaqueira, abacateiro, o café, umbu, e do plantio de sistemas agroflorestais.

O presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, agradeceu pela parceria na realização do evento, possibilitando o debate com os setores produtivos para disseminar as novas tecnologias. “É um estado que demanda muitas atividades produtivas, e em Vitória da Conquista por ser uma região centralizadora, temos muitas operações de crédito. O Banco do Nordeste quer alocar os recursos e temos feito de tudo para dar celeridade ao atendimento dos nossos clientes, procurando desburocratizar ao máximo, trabalhar com medições de tempo para agilizar a liberação dos recursos”, destacou, acrescentando que o objetivo da instituição é transformar o sonho das pessoas em realidade.

Durante a sua fala, o prefeito Herzem Gusmão, contou que está feliz com o momento atual. “Esse momento que está acontecendo aqui vai alavancar muito mais a nossa economia do que foi a década de 70. O que eu vejo aqui é benção de Deus e tenho certeza que nós haveremos de avançar no polo cafeeiro, porque Conquista é a cidade que tem as bençãos e o homem que trabalha”.

Pagamento de impostos com pontos de fidelidade é lançado no Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 03 mar 2020

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da CDL (Conteúdo), com informações da Agência Brasil

Serviço também vale para contas de água, luz e telefone

Pagar impostos e contas domésticas sem gastar dinheiro, consumindo pontos de programa de fidelidade em vez de desembolsar reais. Inédita no país, a solução foi lançada pelo Banco do Brasil (BB).

Desde a semana passada, o cliente pode usar pontos do programa de relacionamento da instituição financeira para quitar contas de água, de luz, de telefone e de televisão por assinatura, além de pagar tributos. O cliente não paga taxas nem tarifas para realizar a transação.

O serviço representa mais uma etapa na evolução dos programas de fidelidade. Inicialmente restritos a companhias aéreas, esses serviços se difundiram ao longo dos últimos dez anos. Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf), a troca de pontos migrou primeiramente para as compras online, depois para o varejo físico.

Nos últimos anos, os bancos passaram a permitir que os clientes usassem pontos para restituir valores debitados em conta-corrente. A pontuação varia conforme os gastos em estabelecimentos parceiros dos programas e geralmente é atrelada à cotação do dólar e ao tipo de cartão de crédito. Cada dólar gasto pelo cliente é revertido em determinado número de pontos, que varia conforme a bandeira e a categoria do cartão.

Pelas estatísticas mais recentes da Abemf, o mercado de empresas de fidelidade movimentou R$ 3,7 bilhões no primeiro semestre do ano passado. O valor representa alta de 12,7% em relação ao mesmo período de 2018. O percentual de pontos expirados, que não podem mais ser trocados, caiu de 19,8% no segundo trimestre de 2018 para 17,4% no mesmo trimestre de 2019.

Coronavírus deve afetar indústria e comércio popular no Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral, Saúde | Data: 02 mar 2020

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Fonte:Metro1

Após interferir em viagens de negócios entre Brasil e China, o coronavírus começa a comprometer a logística de abastecimento de cadeias de suprimentos entre os dois países. Dos 28 navios que deveriam vir da China com mercadorias, nove não zarparam, segundo monitoramento da consultoria em logística e comércio exterior Solve Shipping. Os 19 que estão a caminho trazem um volume muito menor de cargas. A informação é da Folha.

A retração na entrega de insumos industriais e produtos acabados, até o momento, afeta apenas indústrias e empresas de logística, mas a previsão é que ela chegue ao consumidor final nas próximas semanas. O comércio popular de áreas como a Avenida Sete de Setembro, em Salvador, e a 25 de Março, em São Paulo, deve sentir o baque. A maioria – 96% – do comércio entre Brasil e China é feita por navio.

Juros do cheque especial chegam a 165,6% ao ano em janeiro

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 27 fev 2020

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EBC

A taxa de juros do cheque especial caiu em janeiro, mas ficou acima do limite estabelecido pelo Banco Central (BC). Os juros chegaram a 165,6% ao ano em janeiro, primeiro mês em que a medida começou a valer, a partir do dia 6.

O BC determinou que os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano. Por outro lado, as instituições financeiras foram autorizadas a cobrar a partir de 1º de junho tarifa dos atuais correntistas com limite do cheque especial superior a R$ 500 por mês. A tarifa será equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500. Há bancos que anunciaram isenção dessa tarifa para os clientes.

Em dezembro, os juros do cheque especial estavam em 247,6% ao ano. Houve, portanto, redução de 82 pontos percentuais de dezembro para janeiro.

21% dos brasileiros tiveram crédito negado em novembro, revelam CNDL/SPC Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 27 fev 2020

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da CDL (Conteúdo) com informações da CNDL

Nome sujo é a principal razão para a negativa. SPC Brasil avalia que Cadastro Positivo poderá expandir acesso ao crédito ao proporcionar avaliação de risco individualizada. Entre usuários de cartão de crédito, 25% entraram no ‘rotativo’

Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que, no último mês de novembro, em cada dez brasileiros que tentaram fazer uma compra a prazo, dois (21%) tiveram o pedido negado pelo credor. As principais razões da negativa foram o fato de o consumidor estar com nome inscrito em cadastros de devedores (31%) e a falta de comprovação de renda para realizar a compra (17%). Há ainda 15% que não conseguiram parcelar por renda insuficiente e outros 15% que já haviam excedido o seu limite de crédito com outras aquisições. Já 19% não souberam a razão do pedido não ter sido atendido.

…Leia na íntegra

Confiança do Consumidor encerra 2019 com 47,0 pontos, patamar acima de

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Publicado por Rafael Gusmão | Colocado em Brasil, Economia | Data: 24 fev 2020

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da CDL com CNDL (Conteúdo)

Número de brasileiros com visão negativa sobre a economia do país recua 10 pontos percentuais em um ano; expetativa para os próximos seis meses da economia mostra empate entre otimistas e pessimistas, mas 56% estão confiantes com futuro das finanças pessoais

Ainda que não tenha deslanchado, a percepção dos consumidores brasileiros sobre o ambiente macroeconômico tem apresentado melhoras. O Indicador de Confiança do Consumidor mensurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) encerrou o ano de 2019 com 47,0 pontos. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto maior o número, mais confiantes estão os consumidores. O dado alcançado no último mês de dezembro supera os 45,8 pontos observados no mesmo período de 2018. Já com relação a novembro de 2019, o número ficou praticamente estável (47,2 pontos).

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A percepção geral dos consumidores, tanto sobre a sua vida financeira quanto com a economia, permanece negativa, mas em um nível pouco mais otimista do que em períodos anteriores. Em cada dez brasileiros, seis (62%) avaliam como ‘ruim’ o atual momento econômico do país – há um ano, esse número era 10 pontos percentuais mais alto, alcançando 72% dos entrevistados. Já o percentual de brasileiros que consideram ‘bom’ o momento econômico atual avançou de 2% para 7%, um número ainda pequeno.  Outros 30% consideram regular.

Observando a própria vida financeira, apenas 14% dos consumidores avaliam a condição como ‘boa’. A notícia positiva é que o percentual dos que avaliam a situação como ‘regular’ (47%) supera os que consideram a própria vida financeira ‘ruim’ (38%), que diminuiu dois pontos percentuais em 12 meses.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a melhora gradual da percepção dos consumidores é resultado da reação econômica do país, mas como essa evolução se dá a passos lentos, a percepção dos consumidores também cresce a um ritmo devagar e cauteloso. “Espera-se que com um cenário econômico mais estável, o brasileiro encontre razões para voltar ao consumo de forma mais confiante e comece a pagar suas dívidas”, avalia a economista.

Mesmo com inflação controlada, 55% dos brasileiros acham que custo de vida pesa no orçamento

Mesmo com a inflação abaixo da meta, 71% dos entrevistados que avaliam o quadro macroeconômico como ‘ruim’ atribuem essa percepção negativa à alta dos preços. Já o desemprego é responsável pela avaliação negativa para 62% das pessoas ouvidas. Os juros elevados são citados por um terço (33%) dos pessimistas com a economia.

Para 55% dos entrevistados, o custo de vida é o que mais tem pesado no seu orçamento, seguido do desemprego (20%). Na visão desses consumidores, as despesas que mais subiram nos últimos meses foram os produtos de supermercados (90%), conta de luz (88%), combustíveis (86%) e medicamentos (77%).

Futuro da economia divide opiniões, mas maioria está otimista com as próprias finanças

Olhando para os próximos seis meses, nota-se um equilíbrio entre as opiniões: 26% dos brasileiros estão otimistas com a situação do país no futuro e igual percentual (26%) está pessimista. Outros 44% se mantêm neutros.

Entre os otimistas com o futuro, o fator que mais pesa é a expectativa de que haverá mais estabilidade política do país (38%). Já 28% creem que coisas boas devem acontecer, embora não saibam apontar uma razão clara, enquanto 28% concordam com as medidas econômicas adotadas pelo governo. Já entre os pessimistas, a opinião é fundamentada, principalmente, pelo sentimento de que os preços continuam altos (56%), discordâncias com as medidas econômicas tomadas pelo governo (40%) e a percepção de que não há melhora no emprego (35%).

O otimismo é maior, contudo, quando os consumidores são indagados sobre o futuro da sua própria vida financeira. De acordo com o levantamento, 56% dos brasileiros possuem boas expectativas para o seu bolso nos próximos seis meses. A opinião é fundamentada, sobretudo, pela crença de que a economia do país irá melhorar (39%) e a esperança de conseguir um emprego ou aumento de renda (28%). Apenas 8% dos consumidores acreditam que a vida financeira estará ruim nos próximos seis meses e 32% pensam que ela continuará igual.

“Pode parecer contraditório observar uma expectativa maior com as próprias finanças do que com a economia brasileira. O fato é que por mais que a situação econômica do país impacte a vida financeira do consumidor no seu dia a dia, ele sabe que assumir um controle efetivo sobre seu bolso e fazer adaptações podem ajudar a enfrentar um ambiente adverso e se a desgarrar da crise”, explica a economista Marcela Kawauti.

21% dos brasileiros tiveram crédito negado em novembro, revelam CNDL/SPC Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 21 fev 2020

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da CDL (Conteúdo) com informações da CNDL

Nome sujo é a principal razão para a negativa. SPC Brasil avalia que Cadastro Positivo poderá expandir acesso ao crédito ao proporcionar avaliação de risco individualizada. Entre usuários de cartão de crédito, 25% entraram no ‘rotativo’

Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que, no último mês de novembro, em cada dez brasileiros que tentaram fazer uma compra a prazo, dois (21%) tiveram o pedido negado pelo credor. As principais razões da negativa foram o fato de o consumidor estar com nome inscrito em cadastros de devedores (31%) e a falta de comprovação de renda para realizar a compra (17%). Há ainda 15% que não conseguiram parcelar por renda insuficiente e outros 15% que já haviam excedido o seu limite de crédito com outras aquisições. Já 19% não souberam a razão do pedido não ter sido atendido.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, os modelos atuais de análise de crédito são limitados porque entregam uma visão parcial sobre a vida financeira do consumidor, dando um peso maior aos apontamentos de inadimplência do que ao histórico de pagamentos como um todo. “A tendência é que o Cadastro Positivo mude essa cultura e uma parcela maior de consumidores, que hoje estão à margem do mercado de crédito, possa ter acesso a empréstimos e financiamentos com condições adequadas ao seu perfil de risco”, explica Pellizzaro Junior.

“Com o Cadastro Positivo, os credores poderão visualizar não apenas as contas que os consumidores têm em atraso, mas também aquelas que estão sendo pagas em dia. Isso significa que aquela parcela da população de renda mais baixa, que normalmente possui poucas garantias para fornecer em operações de crédito ou possuem registros pontuais de inadimplência, também poderá mostrar que é boa pagadora”, afirma Pellizzaro Junior.

Apenas 43% dos brasileiros recorreram a crédito. Quase um quarto dos usuários de cartão caiu no ‘rotativo’ em novembro

De forma geral, a maioria (57%) dos brasileiros não utilizou nenhuma modalidade de crédito no mês de novembro, como empréstimos, linhas de financiamento, crediários ou cartões de crédito. Outros 43% mencionaram ter recorrido, ao menos a uma modalidade no período, número inferior aos 50% observados no mês anterior.

cartão de crédito (37%) e o crediário (11%) foram as modalidades mais usadas no último mês. Já o cheque especial foi citado por 7% da amostra. Há ainda 6% de consumidores que contrataram empréstimos e 4% entraram em financiamentos.

O levantamento mostra ainda que as despesas correntes do dia a dia foram as mais realizadas via cartão de crédito, como as compras de supermercado (65%) e a aquisição de remédios (42%). Em terceiro lugar aparecem a compra de combustíveis (40%), seguida da aquisição de roupas e calçados (37%).

Um dado preocupante é que quase um quarto (23%) dos usuários de cartão de crédito não conseguiu pagar integralmente a fatura no último mês de novembro e entrou no chamado ‘rotativo’, que cobra os juros mais caros do mercado. Os que honraram os compromissos em dia somam 75% da amostra. Em média, o valor da fatura do cartão de crédito ficou em R$ 855,79, sendo que a maior parte (46%) dos entrevistados disse que manteve um valor de gasto parecido ao do mês anterior. Já 33% viram o tamanho da fatura aumentar em novembro, enquanto 15% diminuíram os gastos via cartão.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, aconselha que, a cada compra no cartão, o consumidor avalie o quanto a prestação comprometerá a sua renda para evitar o risco de atrasos e pagamento de juros. “Passar as compras no cartão é algo prático, mas é preciso estar atento se o pagamento dessas parcelas não comprometerá a renda e o pagamento de outras despesas. Com a facilidade do parcelamento via cartão, corre-se o risco de exagerar nas compras por impulso ou sem planejamento e ter de arcar com altos juros”, alerta a economista.

Bahia decepciona e tem variação da atividade econômica inferior à média nacional

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Economia, Geral | Data: 19 fev 2020

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Fonte: Bahia Notícias

Os resultados da variação do Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) em 2019, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), decepcionou economistas e cresceu apenas 0,89% em 2019. Se o resultado geral não agradou, também houve quem decepcionasse além da conta: Minas Gerais (0,6%), Bahia (0,2%) e Espírito Santo (-1,3%) cresceram ainda menos que a média nacional.

De acordo com os dados do Banco Central, analisados por Veja, o índice é um indicador de tendências para o ano de 2020. Se a média anual do Amazonas (4,61%) foi ótima, o crescimento do estado nos últimos três meses não foi menos impressionante; alta de 5,97% em relação ao mesmo período do ano anterior. No Rio de Janeiro, estado que teve um crescimento tímido para o ano (1,34%), os últimos três meses deixam uma boa impressão: alta de 2,71%. 

Outros estados que destoam no último trimestre de 2019 foram São Paulo (2,68%), Goiás (2,68%) e Pernambuco (2,33%). O lado negativo fica por conta de Bahia (0,38%) e Espírito Santo (-2,86%), que tiveram desempenho abaixo da média no período analisado.

Confiança do Consumidor encerra 2019 com 47,0 pontos

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 06 fev 2020

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A percepção geral dos consumidores, tanto sobre a sua vida financeira quanto com a economia, permanece negativa, mas em um nível pouco mais otimista do que em períodos anteriores. Em cada dez brasileiros, seis (62%) avaliam como ‘ruim’ o atual momento econômico do país – há um ano, esse número era 10 pontos percentuais mais alto, alcançando 72% dos entrevistados. Já o percentual de brasileiros que consideram ‘bom’ o momento econômico atual avançou de 2% para 7%, um número ainda pequeno.  Outros 30% consideram regular.

Observando a própria vida financeira, apenas 14% dos consumidores avaliam a condição como ‘boa’. A notícia positiva é que o percentual dos que avaliam a situação como ‘regular’ (47%) supera os que consideram a própria vida financeira ‘ruim’ (38%), que diminuiu dois pontos percentuais em 12 meses.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a melhora gradual da percepção dos consumidores é resultado da reação econômica do país, mas como essa evolução se dá a passos lentos, a percepção dos consumidores também cresce a um ritmo devagar e cauteloso. “Espera-se que com um cenário econômico mais estável, o brasileiro encontre razões para voltar ao consumo de forma mais confiante e comece a pagar suas dívidas”, avalia a economista.

Bahia foi responsável por quase 50% das exportações do Nordeste em 2019

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Economia, Geral | Data: 04 fev 2020

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Fonte:P.Ganduzão

Em 2019, o desempenho do Comércio Exterior baiano, foi puxado pelo crescimento de 27,2% do saldo comercial e pelo aumento para 48,5% do total das exportações do Estado na região Nordeste. Já a participação das exportações para China caiu para 27,4%, apesar do país asiático continuar sendo o principal destino de saída de mercadorias baianas.

A diminuição dessa dependência no total exportado pelo estado é positiva, pois significou a elevação na participação das exportações para outros países como Cingapura e Suíça, que mais que dobraram, saltando de 3,8% para 8% e de 1,3% para 2,9%, respectivamente. Os dados constam do Informe de Conjuntura Econômica, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta segunda-feira (03).

Os números positivos não são somente do Comércio Exterior. O volume de investimentos privados, implantados em 2019, com incentivos do Estado, foi de R$ 4,5 bilhões com a geração de 4,6 mil empregos.

21% dos brasileiros tiveram crédito negado

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Publicado por Editor | Colocado em Economia, Geral | Data: 04 fev 2020

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Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que, no último mês de novembro, em cada dez brasileiros que tentaram fazer uma compra a prazo, dois (21%) tiveram o pedido negado pelo credor. As principais razões da negativa foram o fato de o consumidor estar com nome inscrito em cadastros de devedores (31%) e a falta de comprovação de renda para realizar a compra (17%). Há ainda 15% que não conseguiram parcelar por renda insuficiente e outros 15% que já haviam excedido o seu limite de crédito com outras aquisições. Já 19% não souberam a razão do pedido não ter sido atendido.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, os modelos atuais de análise de crédito são limitados porque entregam uma visão parcial sobre a vida financeira do consumidor, dando um peso maior aos apontamentos de inadimplência do que ao histórico de pagamentos como um todo. “A tendência é que o Cadastro Positivo mude essa cultura e uma parcela maior de consumidores, que hoje estão à margem do mercado de crédito, possa ter acesso a empréstimos e financiamentos com condições adequadas ao seu perfil de risco”, explica Pellizzaro Junior.

“Com o Cadastro Positivo, os credores poderão visualizar não apenas as contas que os consumidores têm em atraso, mas também aquelas que estão sendo pagas em dia. Isso significa que aquela parcela da população de renda mais baixa, que normalmente possui poucas garantias para fornecer em operações de crédito ou possuem registros pontuais de inadimplência, também poderá mostrar que é boa pagadora”, afirma Pellizzaro Junior.

48% dos brasileiros não controlam o próprio orçamento

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Publicado por Editor | Colocado em Economia | Data: 03 fev 2020

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da CDL (Conteúdo) com informações da CNDL

Mesmo entre os que controlam finanças, apenas um terço planeja o mês com antecedência. Consumidor tende a anotar gastos fixos, mas deixa gastos extras em segundo plano; 39% passaram a controlar mais as finanças após ‘nome sujo’

Capacidade de planejamento, autocontrole e disciplina são palavras essenciais quando o assunto é manter a situação financeira em equilíbrio. O problema é que são poucos os brasileiros que admitem ter disposição para organizar suas finanças com regularidade. Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que quase metade (48%) dos consumidores brasileiros não controla o seu orçamento, seja porque confiam apenas na memória para anotar despesas (25%), não fazem nenhum registro dos ganhos e gastos (20%) ou delegam a função para terceiros (2%).

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Prazo para regularização do Simples Nacional termina 31 de janeiro

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 29 jan 2020

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da CDL com Sebrae NA (Conteúdo)

Para aderir ao regime, empresas não podem ter débitos com a Receita Federal ou com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional

Os pequenos negócios que foram excluídos do Simples Nacional em 2019 têm até 31 de janeiro para regularizarem as pendências e fazerem uma nova adesão ao regime, desde que não haja débito com a Receita Federal ou a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. O prazo também se aplica aos empresários interessados em aderir ao regime pela primeira vez. Caso contrário, o ingresso acontecerá somente no próximo ano. Ao optar pelo Simples Nacional, o empresário tem a oportunidade de pagar oito tributos, entre municipais, estaduais e federais, de uma única vez, reduzindo os custos tributários. Também fica livre de obrigações acessórias com vencimentos distintos, reduzindo a burocracia para administrar o negócio.

“O Simples representa um grande alívio para os empresários de micro e pequenas empresas, que sofrem mais para driblar os encargos da burocracia. Pesquisas do Sebrae apontam que sem o Simples, quase 70% dos pequenos negócios fechariam as portas. Regularizar a situação para permanecer no regime tributário é uma grande oportunidade”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Para empresas em início de atividade, o prazo para a solicitação é de 30 dias contados do último deferimento de inscrição (municipal ou estadual, caso exigível), desde que não tenham decorridos 180 dias da data de abertura constante do CNPJ (para empresas abertas até 31/12/2019) ou 60 dias (para empresas abertas a partir de 01/01/2020). Todo o processo de adesão é feito exclusivamente pela internet, por meio do Portal do Simples Nacional.

Pendências com o Simples Nacional

Enquanto não vencer o prazo, os contribuintes com débitos junto ao Simples Nacional (que foram excluídos) ou com débitos junto a outros entes (que nunca optaram pelo Simples Nacional) podem regularizar as pendências que impedem o ingresso no regime. Os devedores têm a opção de pagar os débitos à vista ou realizar o parcelamento convencional (aberto a qualquer tempo) em até 60 meses, com, no mínimo, duas parcelas.

O parcelamento também pode ser feito Portal do Simples Nacional ou no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), no serviço “Parcelamento – Simples Nacional”. O acesso ao Portal do Simples é feito com certificado digital ou código de acesso gerado no próprio portal. Para acessar o e-CAC, é necessário certificado digital ou código de acesso gerado pelo site. O código gerado em uma página da internet não pode ser usado para acessar outra.

48% dos brasileiros não controlam o próprio orçamento, revela pesquisa

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 28 jan 2020

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Personal accounting

Capacidade de planejamento, autocontrole e disciplina são palavras essenciais quando o assunto é manter a situação financeira em equilíbrio. O problema é que são poucos os brasileiros que admitem ter disposição para organizar suas finanças com regularidade. Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que quase metade (48%) dos consumidores brasileiros não controla o seu orçamento, seja porque confiam apenas na memória para anotar despesas (25%), não fazem nenhum registro dos ganhos e gastos (20%) ou delegam a função para terceiros (2%).

Outro dado preocupante do estudo é que mesmo entre aqueles que realizam um controle efetivo de suas finanças (52%), a frequência com que anotam e analisam suas despesas não é a adequada. Em cada dez pessoas que adotam um método apropriado de controle, somente um terço (33%) planeja o mês com antecedência, registrando a expectativa de receitas e despesas do mês seguinte. A maioria (39%) vai anotando os gastos pessoais conforme eles ocorrem e outros 27% só anotam os gastos após o fechamento do mês. 

Entre os que não dão importância ao controle do orçamento, a principal justificativa é não ver necessidade na tarefa, pois confiam nas contas de cabeça (20%). Outros 16% reconhecem não ter disciplina e 16% alegam não ter um rendimento fixo ou nem sabem exatamente o quanto ganham por mês.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, pensar nos gastos com antecedência ajuda o consumidor a não ser surpreendido no fim do mês pela falta de recursos. “O consumidor que conhece sua relação de receitas e despesas está menos propenso a se endividar com empréstimos ou a recorrer ao limite do cheque especial para cobrir rombos no orçamento. Além disso, ele está mais preparado tanto para traçar planos de longo prazo, como para agir em uma situação de imprevisto, como um gasto inesperado de alto valor ou a perda do emprego”, afirma a economista.

Feriados em dias úteis podem gerar perda de R$ 20 bilhões em 2020

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 20 jan 2020

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Fonte:J. Impacto

Neste ano de 2020, a exceção das atividades econômicas ligadas ao turismo, o comércio nacional deve ter prejuízo de cerca de R$ 19,6 bilhões com os feriados que caem em dias úteis, 12% a mais que as perdas registradas em 2019, que ficaram em torno de R$ 17,4 bilhões. 

A estimativa divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que os feriados em dias úteis reduzem o nível de atividade do comércio que, por outro lado, pode enfrentar aumento dos custos de operação. De acordo com o economista da CNC Fabio Bentes, por causa das horas extras que têm de ser pagas aos empregados, a folha de pagamento é a principal fonte dos prejuízos impostos ao comércio pelos feriados. 

 O único feriado que não impactará o setor do comércio é o da Proclamação da República, em 15 de novembro, que cairá em um domingo. Segundo a CNC, cada feriado diminui a rentabilidade média do setor do comércio, incluindo varejo e atacado, em 8,4%. Para os segmentos de hiper e supermercados, lojas de utilidades domésticas e de vestuário e calçados, que respondem, juntos, por 56% do emprego no varejo nacional, as taxas de perdas mensais atingem11,5%, 11,6% e 16,7%, respectivamente. 

Cadastro Positivo pode ser alternativa de crédito para bons pagadores

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 20 jan 2020

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Já está valendo em todo o país, o Cadastro Positivo, um programa do SPC Brasil que reúne as informações de pagamentos dos brasileiros. Os dados levam em conta toda a vida financeira dos inscritos. O sistema constrói um histórico para ser avaliado pelo mercado, fazendo com que o consumidor possa receber mais créditos, a partir de um bom histórico de pagamento.

Para o professor de Economia do Centro Universitário Internacional, Rodolfo dos Santos Silva, a plataforma é um incentivo a mais para os bons pagadores. ‘‘O Cadastro Positivo foi construído para que os consumidores tenham um interesse maior pela obtenção de um maior volume de crédito e, consequentemente, a ampliação do consumo’’, diz.

Além do Brasil, o sistema também é utilizado em mais 69 países. Para Silva, o cadastramento pode ser uma alternativa positiva para a segurança não só dos consumidores. ‘‘Existe a necessidade de adaptação a esse novo modelo da atual conjuntura econômica brasileira. Espera-se que com ele, as lojas, bancos e o comércio possam ter maior segurança para conceder empréstimos a um número maior de pessoas, tanto físicas, como jurídicas e, como consequência disso, o fomento ao consumo e ao aquecimento da economia’’, afirma.

Além da vantagem para a economia, o consumidor pode ter juros menores em empréstimos, se seu score – pontuação do histórico de pagamento – estiver com um número considerado bom. ‘‘A principal vantagem para a pessoa física está no fato de que ela, como boa pagadora, poderá obter crédito com juros mais baixos do que aqueles aplicados no mercado.  Também, para a pessoa física que não consegue comprovar renda, seu histórico de compras e pagamentos poderá abrir portas para obtenção de créditos’’, conta o professor.

Para Silva, a única desvantagem é para o consumidor que costuma não pagar em dia suas contas.

Benefícios do INSS, PIS, BPC: veja o que muda com novo salário mínimo

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 17 jan 2020

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O aumento no valor do salário mínimo, que passa de R$ 998 em 2019 para R$ 1.039 em 2020, terá reflexos para além da remuneração dos trabalhadores

O aumento no valor do salário mínimo, que passa de R$ 998 em 2019 para R$ 1.039 em 2020, terá reflexos para além da remuneração dos trabalhadores, mas também em outros benefícios como aposentadorias, pensões e de outros benefícios pagos pelo INSS, além de seguro-desemprego, abono do PIS e Benefício da Prestação Continuada (BCP-Loas).A contribuição do INSS também passará a ser paga pelo novo valor do mínimo. Veja as mudanças:Abono salarial

O valor do benefício do abono salarial é ajustado automaticamente na data da publicação do novo salário mínimo, explica a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

Os trabalhadores que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos têm direito a esse benefício, que pode chegar a um salário mínimo, dependendo do tempo de serviço do trabalhador no ano.

O cálculo do valor do benefício corresponde ao número de meses trabalhados no ano-base multiplicado por 1/12 do valor do salário mínimo vigente na data do pagamento.

Para ter direito, o trabalhador precisa:
• Estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos;
• Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base;
• Ter exercido atividade remunerada para empresa, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;
• Ter seus dados informados pelo empregador corretamente na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais).Ações na Justiça gratuita

Quem pretende entrar com uma ação nos Juizados Especiais Cíveis também deve ficar atento também ao valor da causa.

Os Juizados Especiais Cíveis têm como intuito resolver causas de menor complexidade com maior rapidez, buscando, sempre que possível, o acordo entre as partes.

São consideradas causas cíveis de menor complexidade aquelas cujo valor não exceda a 40 salários mínimos. Nas causas de até 20 salários mínimos não é obrigatória a assistência de advogado; nas de valor superior, a assistência é obrigatória.

Em 2020, 20 salários mínimos correspondem a R$ 20.780 e 40 salários mínimos, R$ 41.560.

No Juizado Especial Federal, o valor é maior, de até 60 salários mínimos, ou R$ 62.340.Benefício da Prestação Continuada (BPC/Loas)

Os idosos com 65 anos ou mais e as pessoas com deficiência que recebem o BPC (Benefício da Prestação Continuada) da LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) também passam a receber R$ R$ 1.039.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), ou benefício assistencial da Lei Orgânica da Assistência Social paga um salário mínimo como forma de amparo a pessoas que não recebam nenhum outro benefício do INSS e que não tenham meios de se sustentar sozinhas nem de serem sustentadas por suas famílias.

Quem tem direito?
Para ter direito ao Loas é preciso 65 anos ou mais ou uma deficiência que incapacite para uma vida independente e para o trabalho. Essa incapacidade é avaliada pelo serviço social e pela perícia médica do INSS.

É preciso ainda comprovar ser realmente bastante pobre. A renda familiar deve ser de ¼ do salário mínimo per capita (com o atual salário mínimo de R$ 1.039 a renda familiar per capita passa a R$ 259,75) Ou seja: uma família de quatro pessoas precisar sobreviver com um salário mínimo para poder receber o benefício.Benefícios do INSS

O valor mínimo dos benefícios pagos pelo INSS, como aposentadorias e pensões, será de R$ 1.039. Cerca de 70% dos benefícios pagos pelo INSS correspondem a um salário mínimo.

O reajuste dos benefícios acima de um salário mínimo (incluindo o reajuste do valor do teto) deve ser divulgado nesta sexta-feira (10), depois que o IBGE divulgar o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).Contribuições ao INSS

As contribuições ao INSS também passarão a ser calculadas sobre o novo salário mínimo. As contribuições partem de 5% do salário mínimo.
Veja mais aquiSeguro-desempregoA parcela mínima do seguro-desemprego passa de R$ 998 para R$ 1.039. Tem direito ao benefício o trabalhador que foi mandado embora sem justa causa. Quem fizer acordo para ser demitido não terá direito ao benefício.
Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, parcelas com liberação até 10/01/2020 são calculadas de acordo com a tabela de 2019 e consequentemente com salário mínimo de 2019.
Parcelas com liberação a partir de 11/01/2020 serão calculadas pela nova tabela (ainda não disponível) e terão como base o salário mínimo de 2020. (Lei Nº 7.998/1990 art. 5º).

Fontes: Caixa Econômica Federal, IBGE, INSS, Juizado Especial Federal e Juizado Especial Cíve e Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.R7

Veja cinco dicas para controlar o capital de giro

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 14 jan 2020

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da CDL (Conteúdo) com informações de Varejo S/A

Identificar gastos e antecipar pagamentos são algumas orientações aos donos de pequenos negócios  

O capital de giro é um dos fatores que mais afetam o dia a dia dos pequenos negócios, uma vez que ele ajuda a manter a saúde financeira da empresa. É com ele que o empreendedor repõe seus estoques e garante dinheiro em caixa quando as vendas são feitas a prazo. Como em todos os negócios, é preciso um bom planejamento, detalhando gastos em curto e longo prazo e possíveis entrada de recursos. O controle financeiro de uma empresa representa o primeiro estágio para a gestão do capital de giro. Nas micro e pequenas empresas, quando se consegue administrar essa prática de maneira eficiente, resolve-se, basicamente, a maioria dos problemas de natureza financeira.

Segundo o especialista em finanças do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Hugo Roth, é preciso ficar atento aos prazos tanto para receber de clientes quanto para pagar fornecedores. Além disso, um dos fatores importantes a se considerar é a gestão do estoque. “Tem que ser eficiente para não deixar a prateleira cheia em excesso e faltar recurso para as demais contas da empresa”, observa.

Confira as cinco dicas preparadas pelo Sebrae para que você não se descuide do controle do seu estoque.

Saiba negociar com fornecedores e clientes

…Leia na íntegra

Benefícios do INSS, PIS, BPC: veja o que muda com novo salário mínimo

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 11 jan 2020

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da CDL (Conteúdo), com informações da R7

O aumento no valor do salário mínimo, que passa de R$ 998 em 2019 para R$ 1.039 em 2020, terá reflexos para além da remuneração dos trabalhadores

O aumento no valor do salário mínimo, que passa de R$ 998 em 2019 para R$ 1.039 em 2020, terá reflexos para além da remuneração dos trabalhadores, mas também em outros benefícios como aposentadorias, pensões e de outros benefícios pagos pelo INSS, além de seguro-desemprego, abono do PIS e Benefício da Prestação Continuada (BCP-Loas).A contribuição do INSS também passará a ser paga pelo novo valor do mínimo. Veja as mudanças:Abono salarial

O valor do benefício do abono salarial é ajustado automaticamente na data da publicação do novo salário mínimo, explica a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

Os trabalhadores que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos têm direito a esse benefício, que pode chegar a um salário mínimo, dependendo do tempo de serviço do trabalhador no ano.

O cálculo do valor do benefício corresponde ao número de meses trabalhados no ano-base multiplicado por 1/12 do valor do salário mínimo vigente na data do pagamento.

Para ter direito, o trabalhador precisa:
• Estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos;
• Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base;
• Ter exercido atividade remunerada para empresa, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;
• Ter seus dados informados pelo empregador corretamente na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais).Ações na Justiça gratuita

Quem pretende entrar com uma ação nos Juizados Especiais Cíveis também deve ficar atento também ao valor da causa.

Os Juizados Especiais Cíveis têm como intuito resolver causas de menor complexidade com maior rapidez, buscando, sempre que possível, o acordo entre as partes.

São consideradas causas cíveis de menor complexidade aquelas cujo valor não exceda a 40 salários mínimos. Nas causas de até 20 salários mínimos não é obrigatória a assistência de advogado; nas de valor superior, a assistência é obrigatória.

Em 2020, 20 salários mínimos correspondem a R$ 20.780 e 40 salários mínimos, R$ 41.560.

No Juizado Especial Federal, o valor é maior, de até 60 salários mínimos, ou R$ 62.340.Benefício da Prestação Continuada (BPC/Loas)

Os idosos com 65 anos ou mais e as pessoas com deficiência que recebem o BPC (Benefício da Prestação Continuada) da LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) também passam a receber R$ R$ 1.039.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), ou benefício assistencial da Lei Orgânica da Assistência Social paga um salário mínimo como forma de amparo a pessoas que não recebam nenhum outro benefício do INSS e que não tenham meios de se sustentar sozinhas nem de serem sustentadas por suas famílias.

Quem tem direito?
Para ter direito ao Loas é preciso 65 anos ou mais ou uma deficiência que incapacite para uma vida independente e para o trabalho. Essa incapacidade é avaliada pelo serviço social e pela perícia médica do INSS.

É preciso ainda comprovar ser realmente bastante pobre. A renda familiar deve ser de ¼ do salário mínimo per capita (com o atual salário mínimo de R$ 1.039 a renda familiar per capita passa a R$ 259,75) Ou seja: uma família de quatro pessoas precisar sobreviver com um salário mínimo para poder receber o benefício.Benefícios do INSS

O valor mínimo dos benefícios pagos pelo INSS, como aposentadorias e pensões, será de R$ 1.039. Cerca de 70% dos benefícios pagos pelo INSS correspondem a um salário mínimo.

O reajuste dos benefícios acima de um salário mínimo (incluindo o reajuste do valor do teto) deve ser divulgado nesta sexta-feira (10), depois que o IBGE divulgar o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).Contribuições ao INSS

As contribuições ao INSS também passarão a ser calculadas sobre o novo salário mínimo. As contribuições partem de 5% do salário mínimo.
Veja mais aquiSeguro-desempregoA parcela mínima do seguro-desemprego passa de R$ 998 para R$ 1.039. Tem direito ao benefício o trabalhador que foi mandado embora sem justa causa. Quem fizer acordo para ser demitido não terá direito ao benefício.
Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, parcelas com liberação até 10/01/2020 são calculadas de acordo com a tabela de 2019 e consequentemente com salário mínimo de 2019.
Parcelas com liberação a partir de 11/01/2020 serão calculadas pela nova tabela (ainda não disponível) e terão como base o salário mínimo de 2020. (Lei Nº 7.998/1990 art. 5º).

Fontes: Caixa Econômica Federal, IBGE, INSS, Juizado Especial Federal e Juizado Especial Cíve e Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

Inmetro dá dicas de como comprar material escolar com segurança

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 09 jan 2020

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O início do ano é a época em que pais e responsáveis se desdobram para comprar o material escolar. Para evitar problemas, a responsável pela regulamentação de artigos escolares do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, o Inmetro, Millene Cleto da Fonseca, dá algumas dicas importantes.

“A recomendação do Inmetro é que os pais procurem um estabelecimento formal, lojas, regularizadas para fazer a compra do produto, para que eles tenham nota fiscal emitida, origem e procedência deste artigo escolar, produtos regulamentados, e não o mercado informal. Uma outra recomendação é que se observe produtos certificados: um indicativo disso é o selo de identificação da conformidade do Inmetro nos artigos escolares, como apontador, borracha, lápis e outros artigos escolares, formando um escopo de 25 produtos que a gente regulamenta”, conta.

Além disso, segundo a especialista do Inmetro, também é preciso evitar produtos que ofereçam risco à saúde das crianças, como substâncias tóxicas que podem ser levadas à boca, ingeridas ou inaladas, além de materiais que podem causar acidentes por meio de bordas cortantes ou pontas perigosas.

Outra dica importante é sempre procurar a indicação da faixa etária no produto, para não correr o risco de comprar material não indicado para idade de seu filho.

Se o consumidor encontrar produtos escolares sem o selo de conformidade em alguma loja, é possível fazer uma denúncia para a ouvidoria do Inmetro pelo telefone 0800 285 1818, que funciona gratuitamente de segunda a sexta-feira, das nove horas da manhã às cinco horas da tarde. A ocorrência pode ser registrada também pelo site inmetro.gov.br.