Conquista: grupo de mulheres de São Sebastião participa do Março Mulher

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Vit. da Conquista | Data: 29 mar 2021

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Fonte: secom/PMVC

A Lei Maria da Penha em seu art. 7º descreve a violência psicológica contra a mulher “como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação”.

“Eu passei por isso no meu primeiro casamento. Ele bebia e quando chegava em casa me xingava, me batia. Eu resisti muito a separar por conta da minha filha. Graças a Deus, consegui sair dessa relação e hoje estou muito feliz” comentou Ana. Ela foi uma das participantes da roda de conversa do grupo de mulheres do Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos (SFVC) do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Rural, que aconteceu na última quarta-feira (24), no distrito de São Sebastião. O evento fez parte da programação Março Mulher, que neste ano trabalha com o tema “A Violência que ninguém vê”.

Durante o encontro, a coordenadora de Políticas para Mulheres, Dayana Evelinne Andrade, falou sobre os tipos de violência, do atendimento ofertado pela prefeitura no Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos (Crav), nos Cras e nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e também alertou: “Em tempos de pandemia, tem aumentando o número de mulheres que estão sofrendo violência doméstica. É preciso que a mulher fique atenta aos tipos de violência e busque ajuda nos nossos serviços, nos disque 180, na família, com os amigos. É preciso romper o ciclo de violência antes que seja tarde e ela se torne mais um número na estática de feminicídio”.

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