Editora da AL-BA lança obra poética de Camillo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Cultura | Data: 10 set 2015

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por Mateus Novais

SAM_7536foto: Blog da Bia Oliveira

Nesta sexta-feira, 11 de setembro, serão lançados os dois volumes da obra do poeta, escritor, jornalista e político Camillo de Jesus Lima. A cerimônia ocorrerá na Câmara de Municipal de Vitória da Conquista, às 19 horas.

São dois volumes de obras reeditadas deste poeta e escritor da região Sudoeste. No Volume I, constam as obras: Poemas, Viola Quebrada, Novos Poemas e As Trevas da Noite Estão Passando. E no Volume II vem com Cantiga da Tarde Nevoenta – poemas, Di-Versos, A Mão Nevada e Fria da Saudade e O Livro de Miriam.

Os dois volumes de Obra Poética são uma realização da Editora da ALBA. O projeto resulta de convênio celebrado em 2011, durante a realização da Assembleia Itinerante, assinado pelos presidentes da ALBA, deputado Marcelo Nilo, e da Casa de Cultura de Vitória da Conquista, Carlos Jeovah.

O deputado estadual Herzem Gusmão (PMDB), convidado pela Assembléia Cultural, destacou a importância da homenagem do poeta que nasceu em Caetité, mas passou grande parte da vida em Conquista, onde firmou-se como escritor. “Sem dúvidas essa é uma feliz iniciativa do presidente desta Casa, deputado Marcelo Nilo, que visa estimular escritores e obras importantes que estão sendo resgatadas e outras reeditadas para o conhecimento do povo baiano”, destacou o parlamentar.

Camillo de Jesus Lima nasceu em Caetité, Bahia, em 08 de setembro de 1912, filho de Francisco Fagundes de Lima e de Esther Fagundes da Silva. Da família herdou o hábito da leitura e a tendência literária, tornou-se um grande poeta da Região, que participou ativamente da roda literária, no século XX, principalmente entre as décadas de 40 a 50. Além de poesias, escreveu crônicas, contos e romances, com publicações em jornais e revistas da Bahia e de outros estados brasileiros. Também atuou como tradutor de Garcia Lorca, Charles Baudelaire, W. Whitman. Devido ao legado cultural e literário que deixou para a cidade, o Centro de Cultura de Conquista foi batizado com o seu nome.

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