Em nota a CDL pede abertura do comércio em Vitória da Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 28 abr 2020

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da Redação

Prefeitura vai regulamentar áreas de comércio para os artistas de ...
Praça Nove de Novembro. Foto:Secom/PMVC

Com aproximação do 2º domingo do mês de maio, quando é comemorado o Dia das Mães, lojistas do centro da cidade, através da CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas, em nota, pedem e apresentam sugestões para que a Prefeitura promova a abertura do comércio central da cidade.

Recuo

Em Decreto, a Prefeitura promoveu a abertura do comércio em forma de rodízio. Em vídeo, o prefeito Herzem Gusmão (MDB) justificou o recuo, e disse que estava atendendo a população.

Recuo II

Prefeitos de outras cidades da Bahia, Itabuna é um dos exemplos, decretaram a abertura do comércio, e recuaram.

A Prefeitura de Vitória da Conquista, segundo tem declarado o CGC – Comitê Gestor da Crise do Covid-19, tem tomado providências para buscar o mais rápido possível, uma solução que permita a abertura geral do comércio. As atividades econômicas comerciais e empresariais, do município, já funcionam em 80%. Falta pouco.

O Centro de Referência do Coronavírus já está funcionando, leitos de UTI contratados na Santa Casa, instalada a 1ª barreira sanitária, o Lacen – Laboratório Central Municipal iniciará nos próximos dias, testagem em larga escala, com exames em Vitória da Conquista. Segundo informações, são medidas INDISPENSÁVEIS, que irão fundamentar um novo DECRETO amplo, e que possa contemplar todas as atividades econômicas da cidade.

Confira a nota da CDL:

A Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL vem, através desta nota, esclarecer a população de Vitória da conquista a respeito do que ocorre com o comércio local.

Há 36 dias, o comércio lojista desta cidade cerrou suas portas por motivo exaustivamente divulgado: atravessamos um cenário de pandemia, que leva a comunidade a se cercar de todos os cuidados cabíveis. A Câmara de Dirigentes Lojistas esteve sempre em consonância com as determinações do Poder Público Municipal por motivos absolutamente óbvios e justificáveis. Entretanto, o horizonte de tempo aprazado vem-se estendendo indefinidamente, sem qualquer justificativa por parte do Poder Público, gerando pontos vistos por nós como críticos e marcados por posições incoerentes, tais co

a) A justificativa para fechamento das lojas é para que se evitem aglomerações, o que seria um vetor de propagação do vírus SARS-CoV-2 – que provoca a COVID19. Entretanto, a chamada “Feira do Rolo”, por exemplo, e diversas atividades vêm funcionando normalmente, fato noticiado pelos órgãos de comunicação. Imagens captadas e exibidas dão conta de pessoas aglomeradas vendendo e comprando. Ademais, o comércio da zona oeste da cidade abre suas lojas, ainda que com restrições. Em se passando pela Avenida da Integração, podem-se perceber segmentos não inclusos em categorias essenciais em pleno funcionamento. Nem por isso o número de pessoas acometidas pela doença aumentou em nossa cidade, o que prova que, com cautela, cuidados especiais, pode-se funcionar estrategicamente. É bom ressaltar que não estamos sugerindo que aquelas lojas e similares devam cerrar suas portas. Afinal, com as devidas precauções, pode-se aliar atendimento ao público e preservação da saúde da população. Uma pergunta apenas paira sem explicação: somente a aglomeração de pessoas no comércio do centro da cidade oferece risco à população e promove a disseminação do vírus? Por que não consentir que as lojas do centro abram suas portas em horários alternativos – das 10h00 às 16h00 (evitando-se o pico no horário de deslocamento) – e cercadas de todos os cuidados necessários, tais como: controle de acesso, uso obrigatório de máscaras e disponibilização de álcool gel?

b) Incomoda, sobremaneira, a constante expectativa criada semanalmente quanto à volta do funcionamento do comércio. Isso exige do comerciante, todo um preparo e um planejamento, além do trabalho de infraestrutura para a retomada das atividades, expectativas essas seguidamente frustradas.

c) Percebe-se que o Poder Público Municipal tem sido refratário a um entendimento e fluidez de diálogo com os comerciantes do centro da cidade. Vale lembrar que somos também de utilidade pública, tendo em vista que a população precisa ser atendida em sua demanda e, constantemente, se frustra ao se deparar com lojas sempre de portas fechadas, sem perspectiva de voltar a funcionar. Sendo assim, a CDL, como órgão representativo dos comerciantes desta cidade, vem exigir do Poder Público uma postura coerente e de transparência quanto às medidas adotadas.

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE VITÓRIA DA CONQUISTA

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