Mãe narra drama que viveu no Hospital Esaú Matos

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde, Vit. da Conquista | Data: 27 jan 2015

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da Redação

Foto: Ilustração (Google)Parto

Uma senhora que preferiu não se identificar, procurou a repórter Mônica Cajaiba, para relatar como foi tratada no Hospital Esaú Matos após entrar em trabalho de parto na unidade no mês de novembro. A mãe disse ter feito todo pré – natal e nada de errado foi constatado. A entrevista levada ao ar no programa Resenha Geral desta 2ª feira (26), foi comovente e serve de alerta para a direção do hospital tido como referência em procedimentos de parto.

“Cheguei em trabalho de parto, tiraram a minha dor e no outro dia induziram um parto normal. Levei 30 pontos e a sutura foi feita por uma estagiária. Já tem dois meses e ainda os pontos não cicatrizaram. A ginecologista informou que terei que fazer uma plástica. Após o nascimento, meu bebê foi para a UTI. Até hoje não me recuperei. Minha filha nasceu em sofrimento, não chorou e colocou muito sangue pelo nariz e boca. Está fazendo uma série de exames para saber se terá alguma sequela e toda vez que me lembro o que passei me dar vontade de chorar”, disse.

Segundo a parturiente, não lhe foi dado o direito de acompanhante como previsto na lei. Ela espera que outras mulheres não passem pelo que ela passou. “Vi mulheres sofrendo, presenciei uma tentativa de parto normal onde o bebê nascia pelo pezinho, depois de muito sofrimento outro corte foi feito para uma cesariana. Partos que seriam cesarianas eles tentam o procedimento via normal com muito sofrimento”. Concluiu.

A repórter da Rádio Clube FM, ao tentar ouvir alguém do hospital, sempre é orientada a procurar a Ascom da prefeitura para dificultar o acesso a informação.

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