O magro corte de Rui deixará quase 10 mil cargos de confiança no Governo da Bahia

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 03 dez 2014

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da Redação

CAbideA farra de cargos de confiança implantada no governo Jaques Wagner (PT) é uma das maiores do Brasil. O governador eleito Rui Costa (PT) fala que economizará na reforma R$200 milhões por ano com a redução de secretarias e cargos de confiança. Cortar na máquina 1.694 cargos de confiança, dos mais de 11 mil existentes, significa pouco para o falido Estado da Bahia. Existem, segundo a equipe de transição, 131.542 servidores efetivos. Notícias dão conta que o corte de cargos de confiança não chega ao número anunciado pela equipe de transição de Rui Costa.

O Jornal A Tarde, edição desta 4ª feira (3), publicou: (…) No projeto encaminhado à Assembleia Legislativa pelo governador eleito, não consta a extinção dos quase 1,7 mil cargos anunciada na última segunda-feira por ele. Na verdade, o texto traz a eliminação de 1.035 cargos comissionados mas, por outro lado, a criação de outros 635.

Feito o balanço, são 400 cargos comissionados a menos. O restante das eliminações é referente a cargos da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e da Bahiatursa, que serão transformadas em órgãos de regime especial vinculados às secretarias de suas áreas.

De acordo com a equipe de transição, os cargos extintos de tais entidades não poderiam constar neste primeiro projeto de reforma administrativa por uma questão técnica.
Após o anúncio das mudanças, oposicionistas criticaram a reforma por considerá-la pequena. “É melhor do que nada, mas acho uma reforma muito tímida. Ele (Rui) está extinguindo secretarias que já estavam acabadas, como a Secopa e a dos Portos”, disse o deputado Carlos Gaban (DEM), vice-líder da oposição na AL-BA.

O deputado federal eleito José Carlos Aleluia (DEM) alfinetou o governador Jaques Wagner. “Ao calcular que o corte vai gerar uma economia anual de R$ 200 milhões, o governador eleito Rui Costa confessa que Jaques Wagner, em oito anos de governo, desviou R$ 1,6 bilhão dos cofres públicos para financiar o fisiologismo de petistas e aliados”, afirmou.

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