PM é preso suspeito de participar do sequestro da empresária conquistense, em Salvador

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Polícia | Data: 21 ago 2015

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A Tarde

IMG_1553O policial militar Solemar Alves Campos, 41 anos, e mais dois homens foram presos. Eles são suspeitos de terem participado do sequestro da empresária e cabeleireira Arlethe Patez, ocorrido no dia 22 de julho, no bairro do Costa Azul, em Salvador

O delegado do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Cleandro Pimenta, informou, em nota enviada pela assessoria da Polícia Civil nesta sexta-feira, 21, os nomes dos outros envolvidos: Andresson Lopes de Oliveira, 35, companheiro de uma empregada do salão da vítima, e Filipe Assis Lima, 21.

Solemar é lotado na 41ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Federação) há 10 anos e foi preso na última quarta-feira, 19, quando estava na trabalhando na sede policial. Ele é apontado como um dos mentores do crime. Em nota, a Polícia Militar informa que o soldado já responde a um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) por tráfico de drogas.

Já Andresson – preso na noite de terça-feira, 18, quando buscava a esposa no trabalho – seria o responsável por repassar informações sobre a rotina da proprietária do salão para a quadrilha.  Ainda segundo a polícia, inicialmente ela não teria nenhum envolvimento.

Felipe foi preso na quinta-feira, 20, em Pernambués. Ele roubou o carro Gol, a pedido do policial, para sequestrar e levar a cabeleireira para o cativeiro. Ele serviu o Exército entre os anos de 2013 e 2014. O veículo ainda não foi localizado.

Ainda de acordo com o delegado, um dos integrantes da quadrilha, preso anteriormente, informou que um policial militar integrava a quadrilha e era o responsável por transportar a vítima pelas estradas do interior. O objetivo seria despistar a polícia, apresentando a carteira funcional, caso fosse parado numa blitz.

Ele foi conduzido para o Batalhão de Choque da PM, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Os outros dois criminosos já estão no sistema prisional.

Um novo inquérito será aberto para investigar o crime. A ideia é localizar os demais integrantes da quadrilha de sequestradores.

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