Semdes realiza ajustes finais para a primeira audiência judicial no Complexo de Escuta Protegida

0

Publicado por Editor | Colocado em Geral, Vit. da Conquista | Data: 26 set 2021

Tags:, ,

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é banner-e2-engenharia.gif

Secom/PMVC

Para ajustar os detalhes técnicos para a primeira audiência no Complexo de Escuta Protegida, que acontecerá no próximo dia 7 de outubro de 2021, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) realizou uma reunião com a presença dos juízes Juvino Henrique Brito e Julianne Nogueira, do promotor de justiça Marcos Coelho, do secretário da Semdes, Michael Farias, do coordenador do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), Laverty Diderone, da coordenadora da Rede de Atenção e Defesa da Criança e doa Adolescente, Camilla Fisher e da  técnica responsável pelo gerenciamento do Complexo de Escuta Protegida, Kátia Matos.

Durante o encontro, o coordenador do NTI explicou que o Governo Municipal equipou o Complexo com equipamentos de ponta, para o pleno funcionamento dentro das diretrizes do depoimento especial previstos na Lei 13.431/2017 (Lei da Escuta Protegida). “Cada equipamento foi pensado com muito cuidado para atender a demanda dos agentes que iram trabalhar aqui”, explicou Laverty, que na oportunidade tirou dúvidas quanto a gravação do depoimento e armazenamento dos arquivos que serão gerados durantes as audiências.

Michael Farias falou da presença da equipe da ChildHood Brasil neste primeiro momento do Complexo. “Será um momento muito importante para a implementação efetiva da Lei 13.431/2017. Aguardamos com muita expectativa este momento e para isso, contaremos com a assessoria da ChildHood Brasil”, explicou Michael.

A juíza da Vara da Violência Doméstica, Julianne, que será a primeira a presidir uma audiência no novo espaço, está entusiasmada com o início das atividades no Complexo. “Já temos audiências agendadas para os dias 07 e 08 de outubro. Não posso esconder meu entusiasmo com este equipamento tão importante para nossa cidade, para o Sistema de Justiça, para todos os jurisdicionados. O complexo veio agregar muito o nosso trabalho porque ele é um facilitador, um instrumento protetivo para as crianças e adolescentes vítimas de violência”, declarou Julianne.

Os comentários estão encerrados.