Saiba quais aposentados têm atrasados do Plano Real

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 29 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

O direito de receber valores devidos pelo INSS por causa de um erro no período da implantação do Plano Real pode chegar ao fim sem que milhares de aposentados tenham cobrado a parte deles.

Os “atrasados do IRSM (Índice de Reajuste do Salário Mínimo)”, como costumam ser chamados, são valores não reclamados por segurados que tiveram a revisão da URV (Unidade Real de Valor), realizada pelo INSS em 2004.

A revisão atingiu concessões entre 1º de março de 1994 e 28 de fevereiro de 1997. Aposentados e pensionistas que tiveram seus benefícios originados nesse período podem ter atrasados, diz a advogada Marceli Aparecida de Jesus da Silva. “Por ser uma revisão antiga, ela quase caiu no esquecimento”, diz. “Mas quem não recebeu as diferenças na época ainda pode exigi-las.

 

Juizados reforçam direito de ter revisão após dez anos

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 28 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Aposentados e pensionistas do INSS que recorrem aos Juizados Especiais Federais ganharam um reforço para conseguir revisões após o fim do prazo de dez anos.

Uma decisão da TNU (Turma Nacional de Uniformização), do último dia 7 de março, permitiu a um aposentado de São Paulo o direito de rever o valor inicial do seu benefício, mesmo a concessão tendo ocorrido há mais de uma década.

Na decisão do relator, o juiz federal Daniel Machado da Rocha considerou que o INSS havia deixado de analisar, na concessão, provas do tempo especial –regra que permite contagem vantajosa do período de contribuição de quem coloca a própria saúde em risco no trabalho.

Saiba quando se aposentar por tempo de contribuição

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 25 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Aposentar-se o quanto antes –com o tempo mínimo de contribuição exigido pelo INSS– pode ser uma opção interessante para grande parte dos trabalhadores.

Apesar de a aplicação do fator previdenciário prejudicar a aposentadoria de quem se aposenta ainda na casa dos 50 anos de idade ou antes, questões como a renda média do segurado e a condição financeira devem ser o principais pontos analisados ao pedir o benefício, diz o advogado Arismar Amorim Junior.

“Quem está desempregado ou sempre ganhou salários baixos não deve esperar”, afirma Amorim.

O advogado cita como exemplo um trabalhador de 52 anos de idade, 35 anos de contribuição e renda média de R$ 1.300.

Se pedir o benefício neste ano, o fator previdenciário reduzirá a renda desse trabalhador ao salário mínimo, de R$ 954.

Trabalho sem carteira conta para aposentadoria no INSS

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 23 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora (Reprodução)

Os trabalhadores sem registro em carteira já são quase 11 milhões, número que se mantém em alta desde que a crise e o desemprego transformaram direitos trabalhistas em luxo.

Aceitar esse tipo de emprego, porém, não deve significar abrir mão de garantias legais, como a aposentadoria.

A atividade remunerada, mesmo sem carteira assinada, também conta como tempo de contribuição previdenciária quando existem provas do vínculo entre empregado e patrão.

Para o INSS, quaisquer documentos que comprovem vínculos empregatícios podem ser aceitos na contagem do tempo de contribuição, desde que não sejam extemporâneos, ou seja, tenham sido produzidos depois que o funcionário saiu da empresa.

Oito em cada dez brasileiros não se preparam para aposentadoria, mostra pesquisa do SPC Brasil e CNDL

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 20 abr 2018

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da Redação
Fonte: site.cndl.org.br / CDL (Conteúdo)

Estimativa é de 104,7 milhões de adultos que não se preparam. Orçamento apertado é principal justificativa. Média do valor reservado para a aposentadoria é de R$ 371. Brasileiros pretendem se aposentar aos 61 anos

O Brasil está envelhecendo rapidamente. Em anos recentes, a população de idosos está ganhando participação cada vez mais significativa em relação aos mais jovens. Embora a expectativa de vida tenha aumentado nas últimas décadas, a grande maioria dos brasileiros não se planeja, no presente, para garantir sua tranquilidade financeira quando for preciso ou desejar parar de trabalhar. A pesquisa O Preparo para Aposentadoria no Brasil, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) indica que oito em cada dez brasileiros (78%) admitem que não estão se preparando para a hora de se aposentar enquanto apenas 19% dos não-aposentados têm se preparado, percentual que aumenta para 25% entre os homens, 26% entre os mais velhos e 30% nas classes A e B.

A estimativa levantada pelo SPC Brasil é de que cerca de 104,7 milhões de adultos acima de 18 anos ainda não aposentados não se preparam para esta fase da vida.

“Entre 2005 e 2015, de acordo com o IBGE, a fatia de pessoas com idade entre 0 e 14 anos decresceu de 26,5% para 21,0% do total de habitantes do país; no mesmo período, o percentual daqueles com mais de 60 anos passou de 9,8% para 14,3%. Estima-se que a parcela dos mais velhos possa dobrar nos próximos 24 anos”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior. …Leia na íntegra

Veja o que fazer antes de sacar o primeiro benefício

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 20 abr 2018

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Larissa Quintino
do Agora

O segurado que recebeu a carta de concessão da aposentadoria deve checar bem as informações antes de ir até o banco sacar a grana do primeiro benefício.

O único momento em que o trabalhador pode desistir da aposentadoria é antes de pegar essa primeira parcela.

Além de não mexer na grana da aposentadoria, o segurado também não pode sacar a cota do PIS e o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) antes de ter certeza das informações sobre seu benefício.

Segundo especialistas, ao receber a carta, o segurado deve compará-la com carteiras de trabalho antigas, carnês de pagamentos ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e holerites.

Prepare-se para ganhar mais na aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 19 abr 2018

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Larissa Quintino
do Agora

O sonho da aposentadoria exige cuidados para que o trabalhador consiga ter uma grana a mais no futuro.

Porém, muita gente, além de desconhecer seus direitos, não se programa para parar de trabalhar.

Uma pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) mostra que oito em cada dez brasileiros não se preparam para a aposentadoria.

Conhecer as regras do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pode ajudar o trabalhador a ter um benefício melhor.

Há hoje dois tipos de aposentadoria: por tempo de contribuição e por idade.

Em ambos os casos, quem conseguir comprovar mais tempo de pagamentos terá uma aposentadoria melhor.

Na regra por tempo de contribuição, por exemplo, há o fator previdenciário. O índice é aplicado na média salarial de quem pede a aposentadoria e, normalmente, reduz o benefício.

Porém, com a fórmula 85/ 95, em vigor desde 2015, é possível fugir desse redutor e conseguir a aposentadoria integral.

A regra é simples: mulheres que atingirem 85 pontos, somando idade e tempo de contribuição, anulam o fator. Para os homens, a pontuação é de 95.

Aposentadoria sobe R$ 2.000 com auxílio cortado pelo INSS

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 18 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Os auxílios-doença continuam na mira do governo do presidente Michel Temer (MDB) e 228 mil ainda podem ser cortados pelo pente-fino que o INSS está passando nesses benefícios, segundo estimativas dos ministérios do Desenvolvimento Social e Planejamento.

Para quem já teve o auxílio cancelado resta tentar tirar o melhor proveito possível da situação: incluir o período de afastamento do trabalho no cálculo da aposentadoria.

Agora calculou em até quanto o aproveitamento de um a cinco anos de auxílio-doença pode aumentar a aposentadoria por tempo de contribuição para homens de 55 a 64 anos de idade e para mulheres de 48 a 57 anos.

Confira quem garante a nova troca de aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 15 abr 2018

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Cristiane Gercina
do Agora

Os aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que continuam trabalhando e pagando contribuições ao instituto podem tentar, na Justiça, uma nova troca de benefício, em uma ação chamada de transformação de aposentadoria.

Esse novo processo consiste em desistir totalmente do primeiro benefício e pedir um novo, incluindo somente as contribuições feitas após a primeira aposentadoria.

Para isso, é preciso atingir as condições mínimas exigidas pelo INSS.

Em geral, os segurados estão trocando as aposentadorias por tempo de contribuição por benefícios por idade.

Nesses casos, é preciso ter idade mínima de 65 anos, para os homens, e de 60 anos, para as mulheres, além de 15 anos de contribuição à Previdência.

Pedidos de revisão ao INSS crescem nos juizados federais

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 14 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Os pedidos de revisão de benefícios previdenciários distribuídos nos Juizados Especiais Federais da 3ª Região, que atende São Paulo e Mato Grosso do Sul, subiram de 15.965, em 2016, para 16.779, no ano passado.

A alta de 5,1% nas ações contra o INSS tem como um dos principais motivos a insatisfação dos segurados com a correção anual dos benefícios, sobretudo nos casos em que a renda inicial era maior do que o salário mínimo, avalia o advogado previdenciarista Rômulo Saraiva.

“O aposentado quase nunca sabe apontar o porquê da revisão”, diz Saraiva.

“O que motiva ele é a defasagem do salário”, afirma o advogado.

Juizado conta tempo especial até 1998 na aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 12 abr 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Ficou um pouco mais fácil garantir a contagem do tempo especial no Juizado Especial Federal.

A TNU (Turma Nacional de Uniformização) decidiu que os juizados não podem negar o direito à contagem mais vantajosa aos trabalhadores que usaram EPI (Equipamento de Proteção Individual) entre abril de 1995 e dezembro de 1998.

A uniformização é importante porque evita que trabalhadores percam esse direito definitivamente no juizado, antes mesmo de recorrerem à instância superior.

“O trabalhador tem um prazo muito curto –de apenas dez dias– para recorrer de uma decisão negativa do juizado”, comenta a advogada Adriane Bramante.

Justiça manda INSS incluir trabalho infantil no benefício

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 11 abr 2018

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Cristiane Gercina e Luciana Lazarini
do Agora

Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que trabalharam na infância conseguiram uma importante vitória na Justiça.

Na segunda-feira, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) aceitou ação do MPF (Ministério Público Federal) e mandou o instituto contar os anos de trabalho infantil como tempo de contribuição para quem pede a aposentadoria.

Atualmente, o INSS tem regras diferentes para aceitar o trabalho infantil no benefício.

Pelas normas atuais, só podem ser segurados da Previdência Social os trabalhadores a partir dos 16 anos, com exceção dos menores aprendizes, que podem começar a contribuir a partir dos 14 anos.

Confira quem consegue ter a revisão da vida inteira

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 09 abr 2018

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Cristiane Gercina
do Agora

Uma nova correção no valor das aposentadorias começa a ganhar força na Justiça e traz esperança aos aposentados que tiveram salários mais altos antes de julho de 1994, quando foi implantado o Plano Real.

Chamada de revisão da vida inteira, a medida consiste em pedir que o Judiciário obrigue o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a considerar, no cálculo do benefício, os salários antigos.

Hoje, ao definir o valor da média salarial do segurado, o INSS seleciona as 80% maiores contribuições após julho de 1994. Os salários pagos em outras moedas não contam –eles só entram na hora de definir o tempo total de contribuição ao INSS.

Confira quem consegue ter a revisão da vida inteira

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 08 abr 2018

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Cristiane Gercina
do Agora

Uma nova correção no valor das aposentadorias começa a ganhar força na Justiça e traz esperança aos aposentados que tiveram salários mais altos antes de julho de 1994, quando foi implantado o Plano Real.

Chamada de revisão da vida inteira, a medida consiste em pedir que o Judiciário obrigue o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a considerar, no cálculo do benefício, os salários antigos.

Hoje, ao definir o valor da média salarial do segurado, o INSS seleciona as 80% maiores contribuições após julho de 1994. Os salários pagos em outras moedas não contam –eles só entram na hora de definir o tempo total de contribuição ao INSS.

Volte a contribuir para receber aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 06 abr 2018

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Leda Antunes
do Agora

O pente-fino do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) cortou sete em cada dez benefícios por incapacidade revisados no estado de São Paulo desde o início das perícias, no final de 2016.

Quem teve o auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez cancelados deve voltar a contribuir para garantir uma aposentadoria que inclua o período de afastamento no benefício.

Os meses ou anos recebendo auxílio ou aposentadoria podem ser considerados no cálculo do novo benefício desde que estejam intercalados entre contribuições feitas pelo segurado ao INSS.

Isso ocorre automaticamente quando, por exemplo, o empregado com carteira assinada fica afastado e, depois, volta ao trabalho.

Mas, no caso de quem ficou por muito tempo afastado, recebendo auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, e agora perdeu o benefício, a contribuição deve ser feita por conta própria.

Veja quem deve revisar a aposentadoria neste ano

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 02 abr 2018

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Leda Antunes
do Agora

O aposentado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) tem até dez anos para pedir uma revisão do seu benefício. O prazo, chamado de decadência, passa a contar após o primeiro mês de recebimento da aposentadoria.

Com isso, quem se aposentou após março de 2008 ainda tem chance de fazer o pedido neste ano. Os outros não conseguem mais revisar possíveis falhas no benefício.

A revisão visa corrigir algum erro cometido pelo INSS na hora de calcular a aposentadoria, como salários que foram contabilizados com valores menores ou anos de atividade prejudicial à saúde que não foram reconhecidos pelo órgão.

Confira como o segurado antecipa a aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 30 mar 2018

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Larissa Quintino e Clayton Castelani
do Agora

Os segurados que marcaram pedidos de aposentadorias para datas e locais distantes podem reagendar suas solicitações com a mudança no atendimento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que permite liberação da agenda.

Isso pode ser feito sem perder os atrasados, desde que o trabalhador mantenha como data inicial o dia em que ligou ou entrou na internet para agendar o pedido.

Para conseguir reagendar a solicitação, é preciso ligar para a Central 135.

Revisão simples no INSS dá até R$ 8.500 em atrasados

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 28 mar 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Uma ou outra contribuição desprezada pelo INSS no cálculo da aposentadoria pode não fazer tanta diferença na renda mensal dos aposentados, mas após uma revisão, até pequenos valores garantem bons atrasados.

Uma correção que aumente em até R$ 100 o benefício de um aposentado irá render quase R$ 8.500 em atrasados, segundo cálculos feitos pelo Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários) a pedido do Agora.

O conta considerou cinco anos de valores retroativos, o máximo que se pode cobrar em revisões feitas na agência do INSS ou na Justiça.

Saiba pedir a revisão que dá aposentadoria integral

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 26 mar 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Conseguir uma revisão realmente vantajosa na aposentadoria do INSS por tempo de contribuição é mais fácil para segurados que podem usar a regra 85/95 para escapar do desconto do fator previdenciário.

A chance de receber o benefício integral vale para aposentadorias concedidas há três anos.

Para garantir a revisão com o 85/95, o segurado precisa que sua aposentadoria tenha sido iniciada a partir de 18 de junho de 2015, data em que a regra passou a valer.

Ele deve provar que tinha direito ao benefício integral, mas, por algum erro, o INSS usou o fator previdenciário na conta e concedeu uma aposentadoria menor.

O segurado também precisa demonstrar, no pedido de revisão, que o instituto não incluiu no cálculo documentos que poderiam ter garantido a soma.

Entre as provas mais comuns estão os formulários que comprovam o trabalho em atividade especial (prejudicial à saúde), como é o caso do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário).

Justiça inclui salários antigos no cálculo da aposentadoria

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 24 mar 2018

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Clayton Castelani
do Agora

Uma decisão de segunda instância do Juizado Federal deu novo fôlego às ações de aposentados que tentam incluir contribuições realizadas antes de julho de 1994 no cálculo de seus benefícios.

A chamada “revisão da vida inteira” foi obtida por um aposentado de 59 anos, que recorreu à 3ª Turma Recursal do Juizado Especial Federal do Rio de Janeiro, após ter o pedido negado na primeira instância do órgão.

“O segurado tinha seus salários mais altos concentrados num período anterior a 1994, mas o INSS não calcula essas contribuições porque seria necessário converter recolhimentos em outras moedas para o real”, diz o advogado João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin, representantes do trabalhador.

Com a revisão, o segurado, que se aposentou em 2012, poderá receber cerca de R$ 45 mil em atrasados.