Arruda saiu (fogos), mas não foi eleitor que tirou

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 14 set 2014

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Por Josias de Souza

Antonio Cruz/ABrO final de semana trouxe uma boa e uma má notícia. Primeiro, a boa: José Roberto ‘Mensalão do DEM’ Arrudaabdicou de sua nefasta candidatura ao governo do Distrito Federal. Melhor: declarou que a renúncia à hedionda pretensão política foi “seu último gesto na vida pública”.

Agora, a má notícia: Arruda foi expurgado da disputa por um emaranhado de decisões judiciais tardias. E deixou a mulher, Flávia, como vice do candidato-substituto Jofran Frejat. Ficha imunda, Arruda frequentava as pesquisas eleitorais na confortável condição de primeiro colocado.

Quer dizer: se dependesse apenas da vontade do eleitorado, o Distrito Federal poderia voltar a ser governador pelo inaceitável. Que retornaria ao poder numa aliança com o inacreditável e o intolerável, respectivamente Joaquim Roriz e Gim Argello. Tudo isso num pedaço do mapa que serve de sede para o poder federal. Na política, o Brasil ainda é um país por fazer.