Juros do cheque especial chegam a 165,6% ao ano em janeiro

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 27 fev 2020

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EBC

A taxa de juros do cheque especial caiu em janeiro, mas ficou acima do limite estabelecido pelo Banco Central (BC). Os juros chegaram a 165,6% ao ano em janeiro, primeiro mês em que a medida começou a valer, a partir do dia 6.

O BC determinou que os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano. Por outro lado, as instituições financeiras foram autorizadas a cobrar a partir de 1º de junho tarifa dos atuais correntistas com limite do cheque especial superior a R$ 500 por mês. A tarifa será equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500. Há bancos que anunciaram isenção dessa tarifa para os clientes.

Em dezembro, os juros do cheque especial estavam em 247,6% ao ano. Houve, portanto, redução de 82 pontos percentuais de dezembro para janeiro.

Começa a valer limite de juro e novas regras do cheque especial

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 06 jan 2020

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O limite de 8% para a taxa mensal de juros do cheque especial e também novas regras que permitem a cobrança de tarifa pelos bancos para disponibilizar esse crédito, começam a valer a partir desta segunda-feira (6).

Nesse primeiro momento, a cobrança de tarifa só será permitida para novos contratos. Para quem já tem cheque especial, a mudança nas regras passará a valer a partir de 1º de junho.

Essas alterações foram definidas em novembro do ano passado pelo Banco Central. Até então, não havia um limite para a taxa do cheque especial – uma das modalidades de crédito mais caras do país e utilizadas sobretudo pela população de menor renda –, e os bancos só eram remunerados quando os clientes de fato faziam uso da modalidade.

Cheque especial terá juros limitados a partir da próxima semana

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 02 jan 2020

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A partir da próxima segunda-feira (6), o cheque especial terá juros limitados. Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

A limitação dos juros do cheque especial, modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano.

Ao divulgar a medida, o Banco Central (BC) explicou que o teto de juros pretende tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo (menos prejudicial para a população mais pobre). Para a autoridade monetária, as mudanças no cheque especial corrigirão falhas de mercado nessa modalidade de crédito.

Conforme o BC, a regulamentação de linhas emergenciais de crédito existe tanto em economias avançadas como em outros países emergentes. Segundo a autoridade monetária, o sistema antigo do cheque especial, com taxas livres, não favorecia a competição entre os bancos. Isso porque a modalidade é pouco sensível aos juros, sem mudar o comportamento dos clientes mesmo quando as taxas cobradas sobem.

Banco do Brasil isentará clientes de tarifa no cheque especial

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 26 dez 2019

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Nesta semana o Banco do Brasil informou, que vai isentar a cobrança de tarifas para todos os clientes com limite no cheque especial. Em nota, o banco lembra que a resolução CMN 4765, de 27 de novembro de 2019 prevê que os bancos possam cobrar essa modalidade de tarifa a partir de 06 de janeiro de 2020, mas ressalta que optou pela isenção, para atuais e novos clientes ao longo do próximo ano.

Com a medida, afirma, o banco espera fortalecer o relacionamento com seus clientes e aprimorar a experiência na utilização de seus produtos e serviços.

“A isenção da tarifa no cheque especial demonstra que proporcionar a melhor experiência para nossos clientes está no centro da nossa estratégia. A medida demonstra que buscamos cada vez mais aliar a oferta de produtos e serviços de qualidade, com a definição de preços e taxas ainda mais competitivos”, afirma em nota o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes.

Caixa reduz a taxa de juros do cheque especial

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Geral | Data: 12 nov 2019

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EBC

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira (12), a redução da taxa de juros do cheque especial de 8,99% para 4,99% ao mês. De acordo com o banco, a redução de taxa chegou a 63% em 2019.

Vale lembrar que a instituição financeira adotou uma nova política de redução de todas as modalidades de crédito desde o corte da Selic para o menor nível histórico, hoje em 5% ao ano.

“A Caixa devolve à sociedade, e em especial aos mais humildes, os resultados recordes que teve, [com] redução para abaixo de 5% [a taxa do cheque especial]. É um banco preocupado com a igualdade, com a distribuição de renda. Isso é absolutamente matemático e meritocrático”, disse o presidente do banco, Pedro Guimarães.

“Esse juros de 4,99% ainda é extremamente elevado. Nós continuamos automaticamente estudando a contínua melhora econômica do Brasil, e poderemos continuar abaixando, mas a eventual piora também leva ao aumento”, disse Guimarães.

A Caixa anunciou ainda uma nova linha de crédito imobiliário indexado ao IPCA, com taxas a partir de 2,95% ao ano mais o IPCA, representando uma parcela 40% menor em relação ao financiamento indexado à TR.

46% dos usuários do cheque especial recorrem ao limite todos os meses

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 05 jul 2018

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da Redação
Fonte: CNDL/ CDL (Reprodução)

Pesquisa mostra que maioria não buscou outra alternativa de crédito antes de entrar no limite do banco; 63% desconhecem o valor dos juros cobrados. Uso foi destinado, principalmente, a cobrir imprevistos com saúde e pagar dívidas

Assim como o cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais populares entre os consumidores brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país revela que 17% dos consumidores recorreram ao cheque especial nos últimos 12 meses ― sobretudo as classes A e B (29%) ―, sendo que quase a metade (46%) possui o hábito de entrar todos os meses e 20% a cada dois ou três meses. Por outro lado, 80% afirmam não ter usado o limite neste período.

Seu uso teve como principais finalidades cobrir imprevistos com doenças e medicamentos (34%), quitar dívidas em atraso (23%) e realizar manutenção de automóveis ou motos (18%). Outros 17%, entraram no cheque especial por descontrole no pagamento das contas. A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que o fato do serviço não exigir qualquer tipo de burocracia ou garantia acarreta no alto custo de uso. “Sem perceber, muitos entram no limite por achar que o recurso faz parte do seu saldo bancário. E no fim das contas, acabam pagando juros altos”, ressalta. …Leia na íntegra

Nova regra do cheque especial começa a valer em julho

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 29 jun 2018

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da Redação
Fonte: Diário do Comércio / CDL (Reprodução)

Instituições financeiras vão oferecer uma opção mais barata para o correntista que utilizar 15% do limite da conta por 30 dias seguidos. Os consumidores não serão obrigados a aceitar a proposta e nada mudará para quem permanecer devedor

O cheque especial, que passou a ser a linha de crédito mais cara do sistema financeiro nacional, terá um novo funcionamento a partir de 1 de julho. As instituições financeiras vão oferecer uma opção mais barata para o correntista que utilizar 15% do limite da conta por 30 dias seguidos. Os consumidores, no entanto, não serão obrigados a aceitar a proposta e nada mudará para quem permanecer devedor.

A taxa média cobrada de pessoas físicas recuou de 321%, em abril, para 311,9% ao ano, em maio, conforme dados divulgados na quarta-feira, 27, pelo Banco Central. Já a taxa média de juros no crédito livre – que não utiliza recursos da poupança e do BNDES – ficou em 39,2% ao ano em maio, considerando todas as modalidades.

Assim, uma dívida de R$ 1 mil contraída na modalidade de cheque especial sobe para R$ 4.119,11 depois de 12 meses. Já no crédito pessoal, essa mesma dívida, após o mesmo período, ficaria em R$ 1.392,07, segundo cálculos da economista e planejadora financeira Paula Sauer, do Planejar. …Leia na íntegra

Juro do cheque especial sobe a 315,7%, e rotativo do cartão fica em 470,9%

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Publicado por Editor | Colocado em Economia | Data: 29 jul 2016

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da Redação
Com informações e conteúdo da Uol

ChequeA taxa de juros do cheque especial subiu em junho e atingiu 315,7% ao ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Banco Central.

É a taxa mais alta desde julho de 1994, quando a pesquisa começou a ser feita.

O resultado do cheque especial mostra uma alta de 4,2 pontos percentuais em relação a maio e um salto de 74,4 pontos na comparação com junho de 2015.

Os juros do rotativo do cartão de crédito tiveram leve queda e ficaram em 470,9% ao ano. Houve redução de 0,6 pontos na comparação com maio, e um salto de 99,4 pontos em relação a junho de 2015.

Os dados são referentes apenas aos juros cobrados das famílias. Esses são números médios e podem variar para cada situação específica, porque os bancos oferecem taxas diferentes de acordo com o plano contratado pelo cliente e a relação entre eles (quem tem mais dinheiro no banco paga menos taxas).

Juros do cheque especial chegam a 232%, maior em 20 anos

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia | Data: 23 jun 2015

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Veja (online)

Cheque
Taxa de juros do cheque especial alcançou o maior nível desde 1995(John Knill/Getty Images/VEJA)

As taxas de juros em operações de crédito dos bancos voltaram a subir em maio, em linha com a escalada da taxa básica de juros (a Selic) promovida pelo Banco Central nos últimos meses.

O destaque foram os juros do cheque especial, que fechou maio em 232% ao ano, o maior patamar desde dezembro de 1995, quando estava em 242% ao ano. A média de juros no rotativo do cartão de crédito chegou a 360% ao ano, sendo a linha mais cara entre as outras modalidades oferecidas pelos bancos.

Segundo o BC, a taxa de juros cobrados em operações envolvendo pessoas físicas subiu pelo quinto mês seguido em maio, alcançando 57,3% ao ano. Trata-se do maior número registrado pela série iniciada em março de 2011.

No segmento de recurses livres, que trabalha com taxas de juros livremente definidas pelos bancos, a inadimplência subiu pelo segundo mês consecutivo para 4,7% em maio – ela estava em 4,6% em abril. É o maior patamar desde setembro de 2013, quando chegou a 4,6%. …Leia na íntegra