Cientistas da Uesb estudam mutação do Covid-19 para criação de novas vacinas

0

Publicado por Editor 2 | Colocado em Bahia, Brasil, Educação, Saúde, Vit. da Conquista | Data: 09 fev 2021

Tags:, , ,

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é 22-12-02-image-2.png

Por que as mutações do Covid-19 têm tido uma atenção maior? De que forma essas variações podem afetar a doença nas pessoas? Como a Uesb pode contribuir com esse cenário? Essas perguntas podem ser respondidas pela pesquisa que está sendo realizada na Uesb, pelo professor do Departamento de Ciências Biológicas, Bruno Andrade, no campus de Jequié.

Atualmente, uma das maiores preocupações da pandemia são as mutações do Covid-19. Conforme pontua o professor, as mutações, por si só, já são muito comuns em vírus, pois elas permitem que eles gerem novas cepas e continuem infectando novos hospedeiros, mesmo que esses já tenham gerado imunidade por uma cepa anterior. No caso do novo coronavírus (SARS-CoV-2), a grande preocupação tem sido a aceleração desse processo, pois ele contém um tipo de material genético mais frágil e susceptível a mutações.

Intitulado “Estudos in sílico e in vitro para busca de potenciais fármacos contra o SARS-CoV-2”, o trabalho vem sendo realizado no Laboratório de Bioinformática e Química Computacional, campus de Jequié. A proposta consiste em identificar essas variações significativas na proteína Spike do SARS-CoV-2 (Coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2), ou seja, as variantes que possam ser usadas para o desenvolvimento de novas vacinas recombinantes para gerar imunidade.

…Leia na íntegra

Cientistas defendem cancelamento das Olimpíadas do Rio de Janeiro

0

Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Esportes | Data: 04 fev 2016

Tags:, , , ,

da Redação

Olimpíadas RioO zika vírus está assusta o mundo. Os organizadores dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro estão preocupados e sem saber o que fazer. Para agravar a situação, os cientistas norte-americanos Arthur Caplan e Lee Igel publicaram uma coluna na revista Forbes comentando sobre a epidemia e afirmaram que realizar as Olimpíadas com essas condições seria um ato de “irresponsabilidade”.

“Quem vai ao Rio no meio dessa epidemia do zika vírus? Não as mulheres jovens, que podem engravidar e correr o risco de ter um bebê com deficiência. Não um homem com uma vida sexual ativa, que pode correr o risco de transmitir a doença para sua parceira. Talvez apenas os atletas, técnicos e outros membros das delegações dos países irão viajar ao Rio”, fundamentaram o artigo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência global por microcefalia, doença causada pelo vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Os autores da coluna criticam o Comitê Olímpico Internacional, que não se posicionou ainda e provavelmente não irá impedir a realização dos Jogos.

“Os atletas que estão se preparando para competir no Rio não sentem a necessidade de aguardarem por um alerta da OMS. Eles já começaram a estocar repelente, pensando em como se prevenir dos mosquitos. Então os atletas deverão ir ao Rio. Mas de nenhuma maneira o Comitê Olímpico Internacional deveria permitir que eles fossem. Simultaneamente, empresas e a mídia precisam pensar nessas mesmas linhas, colocando a segurança à frente de seus interesses comerciais”, sentenciou.

.