Brasil mostra desaceleração no contágio da Covid-19 pela 1º vez desde abril

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 20 ago 2020

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G1

Pela primeira vez desde abril, o relatório semanal do Imperial College London aponta uma taxa de transmissão (R0) menor do que 1 no Brasil– ou seja, uma desaceleração da disseminação da Covid-19 no país. O dado representa uma perspectiva de curto prazo, que pode ser revertida de acordo com o comportamento da população e/ou do vírus.

Também simbolizado por Rt, o “ritmo de contágio” é um número que traduz o potencial de propagação de um vírus: quando ele é superior a 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa e a doença avança. Como está abaixo de 1, a previsão é que a doença passe a declinar.

O relatório da instituição britânica foi divulgado no domingo (16). Além do Brasil, o único país da América Latina com taxa abaixo de 1, de acordo com o documento, é o Chile (0,85). O maior índice é de 1,95, do Paraguai.

Em desaceleração, inadimplência das empresas cresce 2,15% em abril

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 31 maio 2019

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Em desaceleração desde o início no fim do ano passado, o número de empresas com contas em atraso cresceu 2,15% em abril na comparação com o mesmo mês de 2018. Trata-se da menor variação para os meses de abril desde 2011, início da série histórica. No mesmo período dos anos anteriores, as variações haviam sido de 8,40% (2018), 4,30% (2017), 10,81% (2016), 7,46% (2015), 7,48% (2014), 10,65% (2013), 11,18% (2012) e 14,14% (2011).

Na passagem de março para abril de 2019, sem ajuste sazonal, houve uma queda de -0,85%. Os dados foram calculados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

“Embora a retomada econômica esteja mais lenta do que o esperado, frustrando as expectativas de diversos setores da economia, já se observa uma recuperação do faturamento das empresas, o que melhora sua capacidade de solvência. Mas ainda assim, estamos distantes do período anterior da crise , com o mercado de trabalho desaquecido e do consumo das famílias avançando pouco. Tendo em vista a dificuldade que a economia vem apresentando para engatar uma recuperação mais consistente, a tendência é de que a inadimplência das empresas continue crescendo, mas a patamares mais moderados”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

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