Comerciantes do Ceasa vivem expectativa da desapropriação neste domingo

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 27 dez 2014

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por Mateus Novais
foto: arquivo BRG

Caminhão ilustração

Acaba amanhã (domingo, 28) o prazo estabelecido pelo contrato assinado entre Prefeitura Municipal e proprietário para a desapropriação do imóvel onde está alocado o Ceasa da Avenida Juracy Magalhães. As horas que antecedem o fim do prazo geram expectativa nos comerciantes e comunidade conquistense que entende a importância do Centro de Abastecimento para a cidade.

Até o momento, as tentativas de acordo entre os comerciantes e a Prefeitura falharam. Os comerciantes afirmam ter oferecido a possibilidade de aumento na taxa de descarga e a quitação de dívidas não pagas para que o Governo Municipal continue responsável pelo espaço, mas o Executivo não teria aceitado. Um possível acordo como proprietário do local para reduzir o valor do aluguel também está emperrado, devendo acontecer após o dia 10 de janeiro.

O BLOG DA RESENHA GERAL entrou em contato com comerciantes que atuam no Ceasa e foi informado que eles realmente pretendem dormir no local durante os próximos dias. A decisão se dá pelo medo de que a Prefeitura tente cumprir uma ação de despejo neste período.

Desapropriação no Vila Serrana 3 causa comoção em comunidade

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 29 abr 2014

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por Mateus Novais
Casa BB

Uma ordem de despejo causou comoção aos moradores da Vila Serrana 3. Seu José Wellington e Dona Judite foram retirados da casa em que viviam há 23 anos. A ordem partiu de uma ação judicial, já que o casal não teve mais condições de pagar as parcelas do projeto habitacional há um bom tempo.

DSC_0942Seu José conta que, assim como vários moradores do bairro, deixou de pagar as parcelas próximo do ano de 2006. “Em 2010, a Caixa tentou negociar, mas eu estiva doente e não tive condição de pagar à vista os R$ 43,00 que eles pediram. Quando eu saí do hospital tentei negociar a dívida, mas disseram que não parcelavam. A casa, então, foi leiloada”.

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