Operação Faroeste: STJ mantém prisão de desembargadora Ilona Reis

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 24 jun 2021

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a manutenção da prisão da desembargadora Ilona Márcia Reis, do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA), após pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). Ela é investigada pela Operação Faroeste, suspeita de fazer parte de um esquema de venda de sentenças judiciais.

A defesa da desembargadora foi procurada e disse que ainda não teve acesso a decisão do STJ que determina a manutenção da prisão de Ilona Márcia. No pedido de manutenção da prisão, a PGR diz que Ilona foi fundamental para o sucesso da organização criminosa. Disse que o grupo tem feito ameaças de mortes aos colaboradores da investigação.

A PGR citou ainda o assassinato do agricultor Paulo Grendene, que denunciou esquema de grilagem na Operação Faroeste, e afirma que “a prisão preventiva dela [Ilona] é o único remédio cabível”.

A Procuradoria justifica que a liberdade de Ilona coloca em perigo a colheita de provas, apontando a possibilidade da investigada de “apagar os rastros de seus crimes e a intimidar testemunhas”.

Em fevereiro deste ano, o STJ determinou a suspensão do processo de aposentadoria voluntária de Ilona.

Desembargadora investigada na “operação Faroeste” é exonerada de núcleo no TJ-BA

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Geral, Justiça | Data: 14 abr 2020

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A desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli Azevedo, investigada na Operação Faroeste, que investiga esquema de venda de decisões por juízes, foi exonerada do cargo de Supervisora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec). A decisão foi assinada na quarta-feira (8), pelo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Lourival Almeida Trindade.

A decisão vale só para o cargo que tinha no Nupemec, ela permanece desembargadora do TJ-BA, mesmo afastada das funções.

Para decidir pela exoneração do cargo de supervisora do Nupemec, o presidente do TJ-BA considerou o afastamento cautelar do exercício das funções da desembargadora, que já havia sido determinado pelo ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Além do afastamento do cargo por um ano, o ministro Og Fernandes, relator da Operação Faroeste, também já tinha determinado a prisão da desembargadora.