Escritora conquistense lança livro sobre as emoções durante a pandemia

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Publicado por Editor | Colocado em Cultura, Geral, Vit. da Conquista | Data: 06 maio 2021

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Imagina escrever cartas para alguém em plena era digital? Imaginou? Desde o ano passado, escritoras baianas vem se comunicando dessa forma por meio das redes sociais. Através de vídeo-cartas, elas expressam os mais diversos sentimentos, como saudades, afetos, angústias, felicidades, tristezas e paixões. E em meio a essa coletânea de emoções, nasceu o “Bem Ditas Cartas”.

“Bem Ditas Cartas” é um projeto literário e audiovisual criado em abril de 2020, durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia provocada pelo coronavírus. Foi idealizado por um coletivo de jovens mulheres escritoras com objetivo de movimentar os sentimentos através da palavra escrita, falada e articulada com imagens do cotidiano. As “vídeo-cartas” são publicadas semanalmente, aos domingos, no Instagram (@bemditascartas), YouTube (/BemDitasCartas) e no site (bemditascartas.com.br). O Instagram é atualizado, ainda, às quartas-feiras, com pequenos trechos de cartas anteriores.

A escritora e advogada conquistense Jaya Magalhães, foto) (@jayamagalhaes) é uma das responsáveis pelo projeto. A autora do livro Líricas, lançado em 2012, conta que o “Bem ditas cartas” veio como um respiro em meio ao caos, “ele representa a capacidade da poesia de continuar nos salvando dos dias. É como se fosse uma janela através da qual podemos admirar alguma leveza em meio às horas difíceis dos dias pandêmicos, basta abri-lo e folhear as páginas. A delicadeza acontece”.

Jaya espera que os leitores consigam enxergar as vivências, dores e, principalmente, amores, sendo abraçadas durante a leitura, “espero que as cartas sejam um fôlego e uma inspiração para que os sentimentos bons se espalhem. E que depois da última folha virada, venha uma vontade muito urgente de escrever a alguém. E que escrevam. Espero que a palavra se movimente. E seja sentida”, declara a autora.

Os exemplares estão disponíveis para venda, apenas virtualmente, através dos perfis oficiais das autoras e também do livro. A obra traz produções inéditas e também cartas já publicadas nas redes sociais que são as queridinhas dos leitores. O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia – FUNCEB (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Suas emoções podem desestabilizar sua vida financeira

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 06 nov 2017

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da Redação
Fonte: Meu Bolso Feliz/CDL (Conteúdo)

A maneira como você lida com suas alegrias e dores pode interferir – e muito – nas suas contas. Entenda como e veja o que fazer para que suas emoções não te deixem no vermelho

Nossas emoções influem diretamente no nosso comportamento. Mesmo se possuímos uma boa autoestima, frente uma tristeza ou decepção, podemos nos comportar de outra maneira, agindo por impulso ou querendo amenizar a dor. Assim, especialmente numa sociedade de consumo, em que bens materiais são não apenas símbolos de certo status e identidade (quem eu quero aparentar ser para os outros), mas também associados à alegrias – mesmo que momentâneas – as emoções podem ser determinantes para desestabilizar a vida financeira de uma pessoa. Será que este é o seu caso?

Por que você compra?

Compramos coisas por dois principais motivos: necessidade e prazer. As compras por necessidade são facilmente identificáveis, pois são aquelas relacionadas à nossa sobrevivência. Alimentos, moradia, transporte, vestuário. As compras por prazer, por sua vez, não estão tão claras para muita gente. Afinal, se eu tenho fome eu preciso comprar comida. Necessidade, certo? Não quando você pede um prato de R$50 quando já está no cheque especial. A mesma lógica se aplica à moradia, transporte, vestuário. Podendo escolher entre inúmeras faixas de preço, por que não é óbvio escolher a mais barata ou, na maioria vezes, optar por simplesmente não comprar nada?

“Por isso é tão importante que a pessoa se questione sempre se de fato precisa do que está comprando”, explica o educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli. E mesmo essa pergunta não é tão simples, já que muitas vezes vivemos em uma realidade distorcida. Dizemos coisas como “não dá para viver sem carro” ou “se for para fazer festa, tem que ser festão!”. Não dá mesmo para viver sem carro (excluindo quando se usa o automóvel profissionalmente)? Então como vivem as milhares de pessoas que não têm acesso à transporte privado? Por que a festa não pode ser simples, barata, para poucos? A questão é que você escolhe ter um carro porque não quer depender do transporte público, muitas vezes lotado e desconfortável. Você escolhe fazer uma grande festa porque não quer ninguém “falando mal” depois. Você coloca esses gastos no campo da necessidade. E então magicamente a despesa associada a eles se justifica – mesmo quando é preciso se endividar para dar conta das prestações.

A psicologia explica

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