Maiquinique: ex-prefeita participou de esquema de desvios de verbas, apontam PF e CGU

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Publicado por Editor | Colocado em Sudoeste | Data: 24 jul 2018

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Da Redação

A ex-prefeita de Maiquinique, Maria Aparecida Lacerda Campos, conhecida como “Minininha”, tinha envolvimento com as fraudes que resultaram em desvio de verbas de obras da cidade. O envolvimento da ex-gestora foi confirmado durante a Operação Ciranda de Pedra, deflagrada nesta terça-feira (24) pela Polícia Federal e Controladoria Geral da União (CGU).

Conforme a apuração, o modus operandi consistia na seguinte forma: a prefeitura rescindia o contrato por inexecução do objeto e realizava nova licitação para contratação de outra empresa do esquema, com vistas à execução dos mesmos serviços. Algumas das empresas serviam apenas de “fachada” e eram compostas por sócios “laranjas”.

Segundo a PF, entre 2012 e 2017, as empresas receberam pagamentos no valor total de R$ 3.428.183,03. Até o momento, o prejuízo calculado ao erário é de R$ 1.587.619,76. No entanto, o valor pode ser maior conforme o andamento da apuração.

A ex-prefeita e os outros envolvidos vão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos e fraude à licitação.

Nota da ex-prefeita de Caraíbas

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 19 fev 2014

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Faço uso do presente para esclarecer a Vossa Senhoria e ao público em geral que a minha liberdade foi mantida, após prestar depoimento a Policia Federal na data de ontem, em razão de avaliação técnica da autoridade policial, em virtude de ter fornecido todas as informações necessárias, entregar todos os documentos solicitados e ter me disposto a fornecer outros que por ventura venha ser requeridos. Além disso, coloquei meus sigilos fiscal e bancário a disposição das referidas autoridades;  e o fiz na certeza de que não pratiquei nenhuma ilegalidade a frente de minha gestão no município de Caraíbas, destacando por oportuno que todas as minhas  contas referente  ao período de minha administração foram aprovadas pelo Tribunal De Contas do município da Bahia. Desse modo não procede à informação veiculada neste prestigioso programa na data de ontem, que dava conta de que não teria sido executada a prisão por falta de vaga ou espaço no presidio.

Sem mais para o momento, subscrevo-me

Atenciosamente

Norma Suely Dias Coelho