Definida data do julgamento final do impeachment de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Política | Data: 31 jul 2016

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Cristiane Jungblut, O Globo

dilma-rousseffInício será em 29 de agosto e término em 2 de setembro, a tempo de Temer viajar para o G-20

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, já acertou com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que terá início dia 29 de agosto e término em 2 de setembro a data do julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff. Com o término previsto para 2 de setembro, se Dilma for definitivamente afastada, Temer pode viajar tranquilo para a reunião do G-20, na China, a partir de 6 de setembro.

Pelas regras de um processo de impeachment, Lewandowski é o presidente do processo a partir da segunda fase, ou seja, a partir do momento em que a presidente é afastada. Segundo assessores do STF, o cronograma foi pactuado entre o presidente da Corte e o Senado. A expectativa é que o julgamento dure pelo menos cinco dias, até dia 2 de setembro.

O Palácio do Planalto considera fundamental a conclusão do impeachment antes do dia 6 de setembro, quando haverá o encontro do G-20. O presidente interino, Michel Temer, quer viajar tranquilo e já como presidente efetivo. O presidente do STF também tem todo o interesse em concluir o cronograma dentro dos prazos legais, até porque seu mandato à frente da Corte acaba no dia 10 de setembro. Desde o ínício, o único consenso entre aliados de Dilma e os defensores do impeachment é que o processo seja concluído na gestão de Lewandowski. A ministra Cármen Lúcia deve tomar posse como nova presidente do STF no dia 14 de setembro.

Impeachment avança

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 29 jul 2016

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Diário do Poder

Governo já prevê 70 votos pelo impeachment de Dilma no Senado

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 25 jul 2016

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da Redação

DilmaO Governo Federal tem observado o aumento de votos a cada dia dos senadores ao impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT). Em recente levantamento, segundo o Diário do Poder, já são entre 65 e 70 os senadores favoráveis. Para o afastamento definitivo da presidente são necessários apenas 54 votos. O governo Michel Temer, atribui aos acertos com as medidas na economia do Brasil.

A presidente afastada é acusada de crimes de responsabilidade e contra a Lei Orçamentária, com punições previstas na Constituição. Em sintonia com os que apoiam o impeachment está o Movimento Vem Pra Rua que prepara para o dia 31 uma grande manisfestação em todo Brasil.

60 votos já são contabilizados pró-impeachment de Dilma no Senado da República

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 14 jun 2016

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da Redação

SenadoO Palácio do Planalto e os senadores estão confiantes que o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT)será sacramentado. Segundo levantamento criterioso já são 60 votos favoráveis ao impeachment. No julgamento, bastam 54 votos dos 81 senadores para destituir Dilma Rousseff em definitivo.

Se confirmado o impeachment a presidente Dilma será destituída do mandato e terá os direitos políticos suspensos por 8 anos. Com a cassação do mandato a presidente continuará a responder pelo julgamento das ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF).

A presidente Dilma Rousseff responde a duas acusações de obstrução da Justiça, com o objetivo de impedir as investigações da Lava Jato. Outros processos serão anunciados e que deverão fragilizar ainda mais a situação da presidente.

Com informações do Diário do Poder

Comissão do impeachment aprova calendário de trabalho para os próximos meses

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 06 jun 2016

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Bahia Notícias

IMAGEM_NOTICIA_5A comissão especial do impeachment aprovou, nesta segunda-feira (2) o calendário de trabalho do colegiado para os próximos meses. A previsão é de que a votação do relatório ocorra no plenário do Senado em 2 de agosto, o que coloca a votação final do impeachment para o fim do mesmo mês. Na última reunião do colegiado, na quinta-feira (2) passada, os ânimos se exaltaram quando os senadores discutiram por mais de 10 horas sobre o andamento dos trabalhos.

O presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), acatou um pedido para reduzir em 20 dias o prazo de tramitação do processo, o que acirrou o debate. No entanto, o peemedebista reavaliou sua decisão nesta segunda-feira (6), e viabilizou o acordo para a votação do calendário proposto pelo relator, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), num clima mais apaziguador. A comissão iniciará ouvindo as duas testemunhas apresentadas pela acusação na próxima quarta-feira (8).

Logo depois, outras três pessoas, indicadas por senadores, prestarão esclarecimentos. Em seguida, 32 testemunhas de defesa falarão. Essa primeira etapa deverá ser concluída até 17 de junho. O interrogatório da presidente afastada, Dilma Rousseff, está previsto para ocorrer no dia 20 de junho, mas seus advogados ainda não entraram num acordo se ela deverá comparecer pessoalmente.

Após a votação do parecer prévio em plenário, há um prazo de até 48 horas para que a acusação apresente o chamado libelo acusatório, e outras 48 horas para que a defesa da petista emita seu parecer. Após estes prazos, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, tem até dez dias para marcar a data do julgamento final.

No Facebook, Dilma afirma que usará áudios em defesa do Senado

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 26 maio 2016

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Diário do Poder

Dilma computador BB

Ideia é reforçar  tese do golpe e que Impeachment foi armação 

Em bate papo nas redes sociais, a presidente afastada Dilma Rousseff convocou seu advogado, ex-ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo para esclarecer a seus seguidores quais serão os pontos da sua defesa na comissão do impeachment do Senado, no dia 1º de junho. Dilma confirmou que as gravações envolvendo o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e caciques peemedebistas vão ser usadas para rebater a legitimidade do processo de impeachment.
“Desde o início, temos alegado que este processo de impeachment foi realizado com desvio de poder, ou seja, buscando-se finalidades totalmente estranhas à lei. Agora, com estas gravações, isto fica ainda mais claro. Se pretendeu o impeachment para impedir que as investigações da operação Lava Jato prosseguissem normalmente. Queriam, com um novo governo, eliminar o combate à corrupção que foi feito durante todo o meu governo”, disse o perfil oficial da petista em um dos comentários.

Quando negociava sua delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, Machado, que é investigado na Lava Jato, gravou conversas com os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Congresso, e com o ex-presidente da República José Sarney. A conversa com Jucá, revelada pela Folha de S. Paulo, mostra o peemedebista insinuando que o afastamento de Dilma e a entrada de Michel Temer no governo poderia ajudar a “estancar” a “sangria” da Lava Jato. A repercussão fez com que Jucá se afastasse do ministério do Planejamento, 12 dias após ser apontado para o cargo.

“A gravação da conversa mantida pelo Senador Romero Jucá com o ex-senador Sérgio Machado deixa isto muito claro. Por esta razão vamos usar sim na nossa defesa. Tornou-se agora indiscutível a ilegalidade deste processo e o caráter abusivo de uma acusação de crimes que não ocorreram para afastar do cargo quem foi eleito por 54 milhões de votos”, prossegue o perfil de Dilma no comentário.

Recurso internacional …Leia na íntegra

Comissão do Impeachment do Senado retoma trabalhos nesta semana

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 16 maio 2016

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Agência Brasil

Dilma BBO afastamento da presidenta Dilma Rousseff do cargo, na última semana, não significa o fim do processo de impeachment, nem o encerramento dos trabalhos no Senado em relação ao assunto. A Comissão Especial do Impeachment voltará a se reunir nesta semana, já na condição de Comissão Processante, para começar a definir os próximos passos da ação contra a presidenta afastada.

Nesta terça-feira (17), o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), e o relator do processo, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), se reunirão com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, e assessores jurídicos, para tomar conhecimento dos detalhes legais do procedimento a partir de agora.

Lewandowski assumiu, na última semana, a condição de presidente do processo contra Dilma, mas quem presidirá os trabalhos da comissão é Lira. Isso significa que o presidente do STF passará a ser a última instância recursal, para resolver dúvidas e questionamentos. Assim, em questões de ordem apresentadas pela base de apoio a Dilma, por exemplo, caso a resposta de Lira seja negativa, os senadores poderão recorrer a Lewandowski.

O presidente do Supremo já tem, inclusive, uma sala reservada no Senado, em caso de haver necessidade de despachar por lá. No entanto, ele já comunicou que pretende acompanhar os trabalhos da comissão a distância, de seu gabinete no STF. Lewandowski também já assinou seu primeiro ato como presidente do processo, o mandado de citação para que Dilma apresente defesa no prazo de 20 dias – que começou a contar na última quinta-feira (12).

O ato deu início à nova fase do processo, que também vai incluir a produção de provas, a tomada de depoimentos de testemunhas e debates entre defesa e acusação, tudo no âmbito da Comissão Processante – ela continua com a mesma formação de 21 membros que analisou, na primeira fase, a admissibilidade do processo.

Nesta nova fase, a presidenta afastada poderá prestar depoimento. Isso dependerá de os membros da comissão requererem e de ela aceitar. Dilma Rousseff não será obrigada a ir ao Senado, ela pode apenas ser convidada para prestar esclarecimentos, de acordo com o ministro Lewandowski. Ela pode ainda responder por escrito aos questionamentos dos senadores. …Leia na íntegra

Luiz Viana quer discutir com sociedade e OAB limites de tolerância da democracia

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Publicado por Editor | Colocado em Bahia, Justiça | Data: 15 maio 2016

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Cláudia Cardoso

Bahia Notícias

Foto: Angelino de Jesus OAB/BA

Foto: Angelino de Jesus OAB/BA

Diante da situação do país e do Brasil pós-impeachment, o presidente da seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA), Luiz Viana, quer convocar a sociedade para discutir o limite da tolerância democrática. Ao Bahia Notícias, Viana, que comanda a Ordem por mais uma gestão e sempre se declara um defensor nato da democracia, afirma que é difícil fazer uma previsão sobre o que o impeachment da presidente Dilma Rousseff representará para a história do Brasil. “O que isso vai significar na história, só o tempo dirá. Já existe um marco, que é a presidente que foi impedida. Eu disse inúmeras vezes, em inúmeros lugares, e a minha entidade, inclusive o meu conselho, fez manifestação favorável ao impedimento da presidente da República, mas eu tenho ressalvas quanto a fundamentação”, afirma. Viana destaca que o impeachment é um processo formalmente jurídico, mas que ele é “materialmente político”. “Eu entendo, compreendo as críticas que são feitas, inclusive no sentido de que o fundamento, a causa para deliberar, que são as pedaladas fiscais seria crime de responsabilidade. Essa é uma questão muito delicada, porque esse é um juízo jurídico, mas a deliberação não será jurídica”, explica.

 

O presidente da OAB baiana afirma que, apesar do impeachment ter sido deflagrado por uma maioria de parlamentares, isso não quer dizer que todos devam admitir e aceitar. “A grande riqueza da democracia é encaminhar esses conflitos de uma forma pacífica. As pessoas confundem o que é a democracia. As pessoas confundem, porque ela permite os conflitos, que permite propostas distintas e que se encontre mecanismos para decidir quais daquelas propostas serão implementadas. Mecanismo formal majoritário por exemplo. No caso do impeachment, um mecanismo formal majoritário de dois terços da Câmara e dois terços do Senado”, salienta, indicando que esse é o limite de seu posicionamento enquanto representante da OAB, tendo em vista as posições da Ordem nacional. “Não devo avançar para fazer um juízo de valor se aquilo é crime de responsabilidade ou se não é. Eu tenho ressalvas, e já disse isso publicamente”, frisa. Luiz Viana diz que o momento é de pensar em uma reforma política que não seja superficial, e que a população vive um “momento limítrofe”. “O afastamento de uma presidente eleita é um momento limítrofe da política, e nesses momentos limítrofes, o que eu penso é que as deliberações deveriam ser calcadas em um juízo de profundida, sobre os elementos da crise, sobre qual é o melhor caminho, ao contrário, o que eu vejo é que as deliberações são tomadas com uma superficialidade assustadora”, sinaliza. Em uma avaliação da situação do país, Viana volta a afirmar que enxerga a situação com muita preocupação o “maniqueísmo moralista do bem contra o mal”. Viana diz que o quadro atual “camufla a realidade social”. “A realidade social é complexa. As pessoas não são boas ou más em si mesma, elas podem tomar atitudes boas ou más a partir de critérios de que avalia a conduta, que vai dizer se é boa ou mal. E esses valores vão sendo construídos em conflito. Tem coisas, decisões políticas que estão sendo tomadas agora, que grupos olham e detestam, acham que aquilo é o mal e grupos que olham e dizem que aquilo é o bem. O problema é que esses conflitos são de uma sociedade complexa que não são só políticos – divisão da sociedade em classe, conflitos de gênero, conflitos raciais, conflitos econômicos, religiosos, morais – isso não gera uma disputa maniqueísta entre o bem e o mal. Isso gera vários conflitos. E a sociedade democrática é aquela que diz: é bom que seja assim, que cada um faça sua opção e apresente. A democracia diz que só não pode acabar com ela”, analisa. Ele vai além e diz que está instalado no país um quadro de alienação, em todos os cantos, inclusive na política, e que a política não é regida pela lógica do bem contra o mal. “Ela é regida por conveniência política. A política é o campo do espaço público, onde as pessoas se manifestam. Se elas não se manifestam, não tem política.

…Leia na íntegra

Opnião: A saída de Dilma e o futuro do país

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Geral | Data: 12 maio 2016

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por Ivan Cordeiro

IvanA saída da presidente Dilma estava sendo aguardada, com muita expectativa, pela maioria da sociedade brasileira que apoia o impeachment. O legado do governo petista levou o país a um quadro de recessão com mais de 10 milhões de brasileiros desempregados. A política econômica do Partido dos Trabalhadores, atrelada a um populismo irresponsável, gerou uma das maiores crises na história recente do país.

A chegada de Michel Temer na presidência aponta para uma melhora futura. Brasileiros e brasileiras aguardam agora a volta do crescimento econômico e um maior cuidado na condução das contas públicas. Contudo, não se pode esperar um milagre. É preciso ter paciência para o país sair da crise, todavia, não podemos perder a esperança de um novo tempo.

É urgente uma reforma administrativa. O PT teve tempo demais para fazer as mudanças necessárias e não foi eficiente. Inchou demais o Estado, com o aumento de ministérios e cargos comissionados. Agora é necessário reduzir o tamanho da máquina pública. Austeridade é a palavra certa para o momento. Significa um maior rigor no controle de gastos. Não há outro remédio para a recessão atual.

Por fim, não se pode negar que as manifestações populares foram fundamentais para o afastamento da presidente Dilma. A participação popular fortalece a democracia no país. Vale lembrar o que disse o ex-presidente Lula na ocasião do impeachment de Collor: “o povo brasileiro deu a demonstração de que é possível o mesmo povo que elege um político, destituir esse político. Eu peço a Deus que nunca mais o povo brasileiro esqueça essa lição”.

Punição sem crime é a “maior das brutalidades” contra ser humano, diz Dilma

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 12 maio 2016

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Agência Brasil

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Cercada por dezenas de ex-ministros, parlamentares e servidores do Palácio do Planalto, a presidenta afastada Dilma Rousseff faz neste monento um pronunciamento à imprensa em que classificou o processo contra ela de “impeachment fraudulento”.

Dilma Rousseff admitiu que pode ter cometido erros, mas enfatizou que não cometeu crimes e que está sofrendo injustiça, a “maior das brutalidades que pode ser cometida”.

“Não cometi crime de responsabilidade. Não tenho contas no exterior, jamais compactuei com a corrupção. Esse processo é frágil, juridicamente inconsistente, injusto, desencadeado contra pessoa honesta e inocente. A maior das brutalidades que pode ser cometida por qualquer ser humano: puni-lo por um crime que não cometeu”, disse.

Em falas interrompidas por aplausos e gritos de apoio, a presidenta lembrou que foi eleita por 54 milhões de brasileiros e disse que o que está em jogo não é somente o seu mandato. …Leia na íntegra

Deputados baianos vão a Brasília para acompanhar posse de Temer

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 12 maio 2016

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por Mateus Novais

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Os deputados estaduais baianos da Bancada de Oposição estão em Brasília, onde acompanhará a posse do vice-presidente Michel Temer. Pedro Tavares (PMDB), Bruno Reis (PMDB), Augusto Castro (PSDB), Herzem Gusmão (PMDB) e Leur Lomanto (PMDB) chegaram a capital federal na manhã desta quinta-feira (12), horas após a confirmação do afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT) pelo Senado.

A posse do vice-presidente ainda não tem horário definido. Somente após o comunicado formal da decisão do Senado, na manhã de hoje, é que o rito será definido.

Novo gabinete

Temer passou as últimas semanas montando seu gabinete, com idas e vindas devido a críticas de setores do empresariado e da sociedade civil, além de dificuldades para acomodar os aliados dos quais precisará para tocar sua agenda no Congresso.

A Esplanada poderá sofrer um corte de 32 para 22 pastas. Entre os novos ministros, um será o baiano Geddel Vieira Lima, que foi ministro da Integração Nacional, e deve assumir a Secretaria de Governo.

O grupo do peemedebista calcula que Temer terá cerca de 60 dias para estabilizar-se politicamente e para encaminhar medidas emergenciais econômicas no Congresso. Se bem sucedido, a absolvição política de Dilma é virtualmente impossível.

Com Temer, o PMDB chega pela terceira vez ao poder desde a redemocratização, sendo antecedido por José Sarney (1985-1990) e Itamar Franco (1992-1994).

Confira como foi a votação no Senado por partido e estado

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 12 maio 2016

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Agência Brasil

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O plenário do Senado Federal aprovou, na madrugada desta quinta-feira (12), a instauração do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com 78 senadores presentes, 55 votaram favoravelmente à continuidado do processo de impedimento, enquanto 22 votaram não. Apenas o presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), optou por não votar.

Antes da votação, realizada por meio de painel eletrônico, os senadores que se inscreveram tiveram a oportunidade de defender seus votos por até 15 minutos cada. Por isso, a sessão que teve início às 10h de quarta-feira, só se encerrou às 6h40 desta quinta (12), após o pronunciamento do Advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo e da votação.

Diferentemente da Câmara, no plenário do Senado não houve orientação das lideranças anteriormente à votação.

Levando-se em consideração o tamanho das bancadas e também os posicionamentos já previstos, o PMDB registrou o maior número de votos favoráveis ao impeachment, enquanto o PT foi o campeão de votos contrários ao processo na Casa.

Confira como votaram cada um dos partidos com representação no Senado: …Leia na íntegra

Acompanhe ao vivo a votação do impeachment de Dilma no Senado

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 11 maio 2016

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por Mateus Novais

A TV Senado transmite ao vivo a sessão do processo de admissibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Se aprovado por metade mais um dos senadores presentes à sessão, ela será afastada do cargo por 180 dias e nesse período o vice-presidente, Michel Temer (PMDB) assume o comando do país.

O presidente da Casa, Renan Calheiros, estabeleceu nessa terça-feira (10) que, nesta primeira fase, os oradores inscritos, contra e a favor do parecer da Comissão Especial do Impeachment, falarão alternadamente por até 15 minutos cada um e apenas uma vez. Não será permitida orientação da bancada pelos líderes e também não serão permitidos apartes.

Até o início da sessão, 68 dos 81 senadores já estavam inscritos para usar a palavra.

Acompanhe ao vivo:

Senado vota hoje afastamento da presidente Dilma Rousseff

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 11 maio 2016

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Agência Brasil

Senado

O plenário do Senado Federal vota hoje (11) o relatório da Comissão Especial do Impeachment sobre a admissibilidade do processo contra a presidenta Dilma Rousseff. O parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) é favorável à continuidade do processo por considerar que há indícios de que Dilma praticou crime de responsabilidade. A sessão está prevista para começar às 9h.

Sessão dividida

Até o encerramento da sessão dessa terça-feira (9), 67 senadores tinham se inscrito para falar. Eles terão direito a 15 minutos de discurso cada. A sessão será dividida em três blocos: de 9h às 12h, de 13h às 18h e de 19h em diante.

Após a discussão dos senadores, o relator falará também por 15 minutos e depois o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que faz a defesa de Dilma, por mais 15 minutos. A defesa será a última a falar.

Orientação de bancada …Leia na íntegra

Movimentos sociais fecham BR 116 em protesto contra o impeachment

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 10 maio 2016

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por Mateus Novais
fotos: Rafael Gusmão

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A terça-feira (10) começa com manifestações contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Desde o início da manhã, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais movimentos sociais interdita o trecho da BR 116 próximo ao Distrito Industrial de Vitória da Conquista. A ação é ocorre simultaneamente em todo país.

Os atos estão sendo realizados pelas frentes Brasil Popular, que aderem ao “Dia Nacional de Luta em Defesa da Democracia e contra o Golpe”, fazendo convocação para uma paralisação geral. De acordo com a CUT, os movimentos pretendem “unificar os trabalhadores dos setores público e privado, além dos trabalhadores do campo, para derrubar os golpistas e o impeachment”.

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Em Conquista, a mobilização fez com que se formasse uma grande fila de caminhões nos dois sentidos da rodovia federal. A Polícia Rodoviária Federal tentou intervir, mas o movimento só foi disperso por volta das 11 horas.

Nas capitais, o movimento conseguiu paralisar atividades em indústrias, universidades, transportes, serviços públicos e de trabalhadores do campo, em parceria com movimentos sociais e populares, entidades, lideranças políticas, estudantes e coletivos de mulheres.

Renan quer concluir votação do impeachment nesta quarta-feira

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 10 maio 2016

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Veja (online)

Por: Felipe Frazão, de Brasília

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), preside sessão no plenário da Casa, em BrasÌlia (DF)
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), preside sessão no plenário da Casa, em BrasÌlia (DF), para discutir decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), de que as sessões que resultaram na autorização da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff,sejam anuladas e que uma nova sessão seja realizada no prazo de cinco sessõs a partir da devolução do processo do Senado – 09/05/2016(Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), planeja concluir a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na próxima quarta-feira. Ele se reunirá nesta terça-feira com os líderes de partidos e bancadas para acertar os prazos e horários da sessão que pode decretar o afastamento imediato da presidente do cargo e por um prazo de até 180 dias.

Nos planos do peemedebista, a sessão de debates deverá durar cerca de dez horas, com duas pausas de uma hora. Renan planeja abrir a sessão às 9 horas e prosseguir até o meio-dia. À tarde, os debates seriam retomados às 13 horas e interrompidos novamente às 18 horas. Por volta das 19 horas, haveria a derradeira chamada e a fase final de votação. …Leia na íntegra

Renan rebate argumentos de Maranhão e mantém rito do impeachment

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 09 maio 2016

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Bahia Notícias

IMAGEM_NOTICIA_5O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu ignorar a decisão do presidente da Câmara dos Deputados Waldir Maranhão (PP-MA) e manter o cronograma do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Em discurso feito no plenário do Senado, Renan rebateu os argumentos do deputado e disse que “aceitar esta brincadeira com a democracia seria ficar pessoalmente comprometido com o atraso do processo”. Para ele, não caberia ao presidente da Casa avaliar se o processo é justo ou injusto, e sim ao plenário.

OAB vai ao STF contra a decisão de Waldir Maranhão

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Justiça | Data: 09 maio 2016

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Agência Brasil

IMG_2202A Ordem dos Advogados do Brasil informou que vai recorrer no Supremo Tribunal Federal da decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular as sessões da Câmara que aprovaram a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

O presidente da entidade, Claudio Lamachia (foto), disse que  “a OAB não aceita que, neste momento em que a sociedade brasileira espera que a crise seja superada, com respeito à Constituição Federal, coloque-se em prática um vale-tudo à margem da Carta”.

“A OAB vê com extrema preocupação a decisão tomada pelo presidente interino da Câmara. Esse tipo de ação atende a interesses momentâneos de alguns grupos políticos, mas ignora as decisões legítimas já tomadas. O Brasil está na UTI política, vivendo o ápice de uma crise ética e institucional. A OAB não aceita que, neste momento em que a sociedade brasileira espera que a crise seja superada com respeito a Constituição Federal, coloque-se em prática um vale-tudo à margem da Carta”, afirmou Lamachia.

Dilma pede cautela ao tomar conhecimento de suspensão do impeachment

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Política | Data: 09 maio 2016

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por Mateus Novais

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A presidente Dilma recebeu a notícia da anulação da votação do impeachment na Câmara dos Deputados durante evento no Palácio do Planalto para anunciar a criação de universidades. Em meio a gritos da plateia de “Uh! É Maranhão” e “Fica querida!”, a presidente afirmou sobre a decisão de Maranhão: “Eu soube agora, da mesma forma que vocês, que um recurso foi aceito e que portanto o processo de impeachment está suspenso”.

“Eu não tenho essa informação oficial. Estou falando porque não podia fingir que não estava sabendo da mesma coisa que vocês”, afirmou. “Não é oficial, não sei as consequências, tenham cautela, porque vivemos uma conjuntura de manhas e artimanhas”.

“Temos que saber que temos pela frente uma disputa dura, cheia de dificuldades. Peço encarecidamente aos senhores parlamentares uma certa tranquilidade para lidar com isso”, afirmou Dilma, que falou por cerca de 20 minutos.

Oposição contabiliza 57 votos pelo afastamento de Dilma

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Política | Data: 07 maio 2016

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da Redação

Dilma BBA oposição no Senado da República calcula que o impeachment da presidente Dilma Rousseff contará com  57 votos favoráveis na próxima quarta-feira (11). São apenas 41 votos necessários para selar a sorte de Dilma. Caso seja aprovado, conforme previsão na Casa e na imprensa nacional – a presidente será afastada do cargo para posse logo no dia seguinte do vice Michel Temer (PMDB).

A semana que se avizinha é aguardada com grande expectativa no país. O dia seguinte é esperado, conforme prometido por lideranças do PT e PCdoB, será tumultuado com promessa de fechamento de ruas, avenidas e estradas em todo Brasil.