Sindicato dos Jornalistas denuncia falso curso que cobra por registro profissional

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Bahia | Data: 13 maio 2015

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por Mateus Novais

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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba) encaminhou pedido de apuração e fiscalização às autoridades policiais da Bahia sobre o curso “Quer trabalhar no rádio ou tv?”. O pedido se estende ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) e ao Ministério da Educação e Cultura (MEC).

Segundo a presidente do Sinjorba, Marjorie Moura, o curso é uma fraude e oferece o registro profissional de jornalista para qualquer pessoa que o fizer. “Os organizadores do curso oferecem a possibilidade de qualquer pessoa obter registro como jornalista ou radialista em três dias, quando o processo [natural] dura de 15 a 20 dias na SRTE, sendo que é exigido, entre outros itens, o diploma de conclusão [do curso superior de jornalismo]”.

O sindicato também acusa a entidade, que afirma ser ligada à Federação Nacional dos Radialistas (Fenarte), de oferecer uma carteira onde consta o símbolo do MTE, sem que este Ministério chancele o documento, já que o curso não possui registro no MEC.

O curso foi oferecido em nove cidades baianas e está programado para acontecer em Vitória da Conquista nesta semana, entre os dias 14 a 16, no Memorial Régis Pacheco. Os organizadores cobram de R$ 2 mil e R$ 1 mil pelo registro, que, por lei, deve ser gratuito.

Fazenda de café na Zona Rural de Barra do Choça mantinha 51 trabalhadores em condições de trabalho escravo

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Publicado por Resenha Geral | Colocado em Bahia, Geral, Sudoeste, Vit. da Conquista | Data: 12 set 2012

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Da Redação

Várias irregularidades foram encontradas por fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no local.

Foram quatro anos de fiscalizações na fazenda Água Fria, localizada na zona rural de Barra do Choça. Durante o período, a propriedade recebeu quatro autos de infração, pelas condições a que submetiam os 51 trabalhadores que colhiam café na fazenda.  Dentre as irregularidades encontradas no local, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) de Vitória da Conquista constatou jornada de trabalho exaustiva, fraude no Seguro Desemprego e no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, além de condições subumanas no local de trabalho: no alojamento, os trabalhadores dormiam no chão, ou em camas feitas com tijolos e madeira. Não trabalhavam com equipamentos de segurança, eram mal alimentados e não havia instalações sanitárias. …Leia na íntegra