Só não me peça pra fazer sentido

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 21 abr 2014

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por Nina Alvim

Que sentido é esse que faz exércitos de iguais?

chapeleiro (1)

Hoje o sabor do café parece diferente. Ao invés de despertar ele parece levar-me para as brumas sonhadoras de quem se recusa a acordar.

Não, não quero fazer sentido. Não quero ser parte de um sentido que cega os olhos e põe óculos que apenas faz ver através de meu ponto de vista,  que agrava a capacidade de ouvir e escutar exatamente o que é dito, que anestesia o coração e leva-o a sentir apenas sentimentos escolhidos pela massa que não avalia.

Que sentido é esse que faz exércitos de iguais?

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O cuidado como essência

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Publicado por Editor | Colocado em Cultura | Data: 18 abr 2014

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Por Nina Alvim

cuidadoCada vez fico mais certa da beleza do cuidado.

Qual a medida? Quanto é o volume? Linha tênue entre o equilíbrio e o excesso , tão tênue que talvez nós ainda não saibamos a medida certa e em virtude deste não saber, deste ignorar, cometemos atos providos, ora de escassez de atitudes, ora de excesso de atitudes.

Qual a medida?

Não estando certa da resposta, a minha opção é estabelecer comportamento alicerçado pelo cuidado. Atentar para que a luta por meus interesses não seja uma luta descuidada com a causa de muitos outros.

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O anúncio da desesperança: pés com tênis para partir pra luta

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Publicado por Editor | Colocado em Cultura | Data: 16 mar 2014

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por Nina Alvim

tenisAcordo muito cedo.

Essa é uma das manias que me acompanham. Talvez seja mania-destino de quem é mãe. Ou mania destino de quem não quer perder tempo para observar a vida. Ou ainda mania daqueles que querem usar todo o tempo para transformar o mundo.

Difícil  quando é uma combinação dos três. Mas voltemos ao que interessa.

Acordo cedo acompanhada sempre,  de café quentinho, fumegante e com aquele cheiro que desperta o mais profundo sono, dos olhos e da alma. Acompanhada das notícias do twitter, do facebook, das principais manchetes de jornal. E… haja coragem! Parece uma inundação de perda de esperança, dedo em riste e medo paralisante e acomodador.

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