O que muda com a chegada da vacina de Oxford ao país?

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 23 jan 2021

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r7.com

A vacina de Oxford está incorporada ao programa nacional de imunização
A vacina de Oxford está incorporada ao programa nacional de imunização
RUSSELL CHEYNE/REUTERS – 07.01.2021

Dois milhões de doses da vacina de Oxford que seriam usados para abrir o plano de vacinação contra a covid-19 do governo federal chegaram com quase uma semana de atraso da Índia, na sexta-feira (22) ao Brasil.

O uso emergencial desse lote de vacina já está aprovado desde o último domingo (17) e o plano de vacinação nacional está em andamento no país desde segunda-feira (18), sendo realizado a partir dos 6 milhões de doses da CoronaVac, liberados concomitantemente à vacina de Oxford.

Mas o que muda agora com a chegada da vacina de Oxford ao país? “Recebemos 2 milhões de doses, sendo possível vacinar mais 1 milhão de brasileiros. Então, a conta é: 6 milhões de doses iniciais, mais esses 2 milhões, que dá 8 milhões, além de 4 milhões que devem chegar ao país no final de janeiro ou começo de fevereiro, resultando em 12 milhões, o que permitirá vacinar 6 milhões de brasileiros”, explica o infectologista Renato Kfouri, primeiro-secretário da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Esses 6 milhões de brasileiros incluem trabalhadores da saúde (5,8 milhões), indígenas (cerca de 400 mil) e idosos institucionalizados (cerca de 200 mil), conforme destaca Kfouri. “Creio que, nessa primeira fase, até meados de fevereiro poderemos oferecer essa primeira dose a toda essa população, guardando já a segunda dose para elas”, afirma. “A expectativa é que as remessas continuem chegando para que seja possível vacinar os idosos”, acrescenta.

Ele explica que, no momento, as vacinas de Oxford vão para esses grupos, juntamente com a CoronaVac. Mas, em uma próxima fase, serão destinadas a regiões mais longínquas, de difícil acesso, devido ao maior intervalo entre as doses. O intervalo da CoronaVac é de 28 dias e da vacina de Oxford, de três meses.  

Esse intervalo maior da vacina de Oxford é uma “vantagem logística”, segundo o infectologista. “Primeiramente, porque ao receber mais doses, se acelera o processo de vacinação, vacina mais gente com menos doses. E, e segundo, em regiões com menos acesso, que precisa de um tempo maior de deslocamento, esse intervalo facilita também”, afirma.

A infectologista Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, ressalta que a chegada da vacina de Oxford é “um respiro”. “A chegada da vacina de Oxford nos dá mais um respiro, uma tranquilidade. Em especial, porque é uma vacina que a gente vai conseguir usar todas elas na primeira dose, pois o intervalo para a segunda dose é muito maior, de até três meses, então dá muito mais tempo de vacinar o maior número de pessoas”, afirma a infectologista Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

“É claro que é totalmente insuficiente ainda. O Brasil tem como missão agora ir atrás de mais vacinas, de mais fornecedores, melhorar sua relação diplomática com todo mundo para a gente poder garantir o maior número possível de vacinas para nosso país”, completa. 

Desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e a farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca, a vacina de Oxford será produzida no Brasil pela Bio-Manguinhos, laboratório da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), no Rio de Janeiro.

A vacina usa uma tecnologia chamada vetor viral não replicante. Em vez de utilizar o próprio coronavírus para estimular a resposta imune no corpo, como as vacinas convencionais, ela usa um adenovírus que causa resfriado em chipanzés, modificado em laboratório, não sendo capaz de se replicar em células humanas.

Fragmentos do coronavírus, especificamente a proteína spike, são acopladas a esse adenovírus por meio de engenharia genética, funcionando como veículo para que os fragmentos do Sars-Cov-2 estimulem uma resposta imunológica no organismo.

Por ser um vírus desconhecido ao corpo humano, há uma tendência de gerar uma resposta imunológica robusta, segundo o infectologista Munir Ayub, da Sociedade Brasileira de Infectologia, afirmou em entrevista ao R7. Mas, por outro lado, segundo ele, por se tratar de uma tecnologia sofisticada, nem todos os laboratórios seriam capazes de produzir esse tipo de vacina.

Os testes começaram no Brasil em 20 de junho e englobaram cerca de 10 mil pessoas. Os testes globais chegaram a ser suspensos em setembro de 2020 depois que uma voluntária no Reino Unido ter apresentado reação adversa grave, mielite transversa, uma manifestação neurológica que afeta os nervos periféricos da coluna. Mas os testes foram retomados dias depois, após análise de um comitê independente, que definiu a doença como idiopática, ou seja, que se manifesta espontaneamente ou é de origem desconhecida.

A eficácia média da vacina de Oxford é de 70,4% de acordo com resultados preliminares da terceira e última fase de testes dos estudos clínicos publicada no periódio científico Lancet. A proteção foi de 62,1% para os voluntários que receberam duas doses completas do imunizante e subiu para 90% entre aqueles que receberam meia dose seguida de uma dose completa no intervalo de um mês. Nenhum dos voluntários imunizados apresentou quadro grave de covid-19.

Anvisa conclui triagem inicial de documentos para autorizar uso emergencial da vacina de Oxford e da CoronaVac

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 11 jan 2021

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Fonte: Brasil 61

A Anvisa concluiu, neste sábado (9), a triagem inicial dos documentos submetidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para autorização de uso da vacina de Oxford de forma emergencial. A partir de agora, a equipe técnica vai intensificar a análise das informações e dados apresentados pela Fiocruz.

Trata-se de uma triagem inicial, feita nas primeiras 24 horas para verificar se as informações essenciais sobre eficácia e resultados clínicos estão no processo para análise de uso emergencial pela equipe técnica da Anvisa. Além disso, a agência também concluiu a triagem dos documentos submetidos pelo Instituto Butantan para autorização de uso emergencial da vacina CoronaVac. Os documentos foram recebidos na última sexta-feira (8).

A Anvisa solicitou, ainda, a apresentação dos documentos técnicos faltantes, previstos no Guia 42/2020, que aborda os requisitos para submissão de solicitação de autorização temporária de uso emergencial das vacinas.  

A submissão dos documentos estabelecidos no Guia é condição necessária para viabilizar a avaliação, a conclusão e a deliberação sobre a autorização de uso emergencial das vacinas.

Anvisa autoriza dobrar número de voluntários em testes de vacina de Oxford no Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 15 set 2020

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A Tarde

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a ampliação do número de voluntários que devem fazer parte de estudos da vacina em desenvolvimento pela Universidade de Oxford no Brasil. A vacina está sendo desenvolvida em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.

Com isso, o total de participantes no país deve passar de 5 mil para 10 mil. A agência também autorizou uma mudança na faixa etária de testes da vacina, que passa a incluir participantes maiores de 69 anos.

Os estados do Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. também vão ser incluídos nos testes.

Anvisa aprova retomada testes de vacina de Oxford contra covid no Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 14 set 2020

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Fonte:

Serão retomados no Brasil nesta segunda-feira (14), os testes da vacina contra Covid-19 desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Oxford em parceria com o laboratório sueco AstraZeneca, que estão na última fase. No sábado (12), a AstraZeneca anunciou a retomada geral dos testes, mas não detalhou as conclusões sobre o caso de efeitos adversos em uma voluntária.

A testagem da vacina foi suspensa em todo o mundo na última terça (8), depois que uma participante apresentou um quadro de saúde que poderia estar relacionado com a vacina. Cientistas informaram que não foi encontrada relação de causa e efeito entre a vacina e os sintomas da paciente.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu informações oficiais do governo britânico e do laboratório sobre o caso da voluntária no sábado e no mesmo dia anunciou que a retomada dos testes no Brasil foi aprovada.

Testes da vacina de Oxford são suspensos por reação adversa em voluntario

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Saúde | Data: 09 set 2020

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Fonte

Foram suspensos temporariamente,os testes da vacina contra a Covid-19 desenvolvida em conjunto pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca, conforme anunciou a empresa nesta terça-feira (8).

A farmacêutica esclareceu que o protocolo de segurança foi acionado após um dos voluntários no Reino Unido apresentar reação adversa que pode estar vinculada à vacina. A empresa não divulgou detalhes do caso.

Na mesma nota, a farmacêutica ainda ressaltou que trabalha na revisão do caso do paciente. “Em grandes ensaios, os eventos adversos acontecem por acaso, mas devem ser revistos de forma independente para verificar isso cuidadosamente. Estamos trabalhando para acelerar a revisão de um único evento para minimizar qualquer impacto potencial no cronograma do teste. Estamos comprometidos com a segurança de nossos participantes e os mais altos padrões de conduta em nossos testes”, informou a farmacêutica.

Covid-19: Anvisa aprova segunda dose da vacina de Oxford

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Publicado por Editor | Colocado em Geral, Vit. da Conquista | Data: 10 ago 2020

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Fonte:G1

Nesta segunda-feira (10), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, que os voluntários da vacina de Oxford contra a Covid-19 recebam a segunda dose, de reforço, da imunização. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.

Segundo o texto, os voluntários que já receberam a primeira dose devem tomar o reforço entre 4 a 6 semanas depois da primeira imunização. A diferença do prazo se deve à necessidade de entrar em contato novamente com o voluntário e mobilizá-lo para receber a segunda dose.

As pessoas que ainda não receberam a primeira dose devem respeitar, também, um intervalo mínimo de 4 semanas para receber a segunda.

No dia 20 de julho, cientistas de Oxford divulgaram resultados mostrando que a dose de reforço induziu uma maior produção de anticorpos em voluntários das fases 1 e 2 de testes da vacina. No Brasil, os testes que estão ocorrendo são os de fase 3 (a última).

Vacina de Oxford contra a covid-19 deve chegar no Brasil em dezembro

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral | Data: 29 jul 2020

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Fonte:Correio

Nesta terça-feira (28), o secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou que o governo já encomendou 100 milhões de unidades da vacina de Oxford contra covid-19, que está na terceira e última fase de testes.

Caso a imunização se comprove eficaz e segura, o primeiro lote – de 15 milhões de vacinas – deve chegar em dezembro deste ano. “Nessa encomenda está previsto o primeiro lote, para chegar em dezembro, e o segundo lote em janeiro. Muito em breve, se tudo der certo, nós teremos a vacina em dezembro com a ajuda de Deus e o esforço e trabalho de toda a comunidade científica”, afirmou o secretário em entrevista à CNN Brasil.

De acordo com Correia de Medeiros, serão 15 milhões de unidades em dezembro, mais 15 milhões em janeiro e as outras 70 milhões devem chegar ao país em lotes sequenciais a partir de março. Ele ressaltou que o Brasil tem a vantagem de poder produzir a vacina em território nacional, na fábrica Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz.

Essa não é a única vacina na última fase de testes no território nacional. Na segunda-feira (27), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que a vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a chinesa Sinovac deve ser distribuída em massa em janeiro de 2021.