Correção da aposentadoria será a menor do Plano Real

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil | Data: 09 dez 2017

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Clayton Castelani
do Agora

Os benefícios da Previdência deverão ter em 2018 o menor reajuste desde que o real passou a ser a moeda do país, em julho de 1994.

A correção para quem já era aposentado ou pensionista até janeiro deste ano deverá ser de 2,27% no ano que vem, segundo cálculos do consultor atuarial Newton Conde.

“O menor reajuste [dos benefícios], a partir do Plano Real, foi de 3,3%, em abril de 2007”, diz Conde. “Logo, este seria o menor no período do real.”

Saudade de Fernando Henrique Cardoso no comando do Brasil

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Economia, Política | Data: 04 out 2015

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Editorial

Real

No então governo de Itamar Franco, o ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, implantou a Unidade Real de Valor (URV), o primeiro passo do que viria a ser o Plano Real, que entrou em vigor em julho de 1994. A URV foi instituída pela Medida Provisória nº 482, logo após um ajuste fiscal emergencial promovido por FHC para reduzir os gastos públicos. A diferença entre o plano do então ministro e dos outros tantos já criados para domar a inflação é que o Plano Real sacrificava os gastos públicos – enquanto os demais penalizavam o setor privado.

A URV não era um índice calculado diariamente pelo Banco Central (não era uma moeda) e que oscilava como o dólar. Servia para reajustar preços e salários para que ambos caminhassem no mesmo compasso. À época, a inflação no Brasil estava em mais de 500% ao ano. Todos os cálculos eram feitos em URVs, mas pagos em cruzeiro real. O Brasil saiu da crise, retomou o crescimento, e ganhou credibilidade internacional

Reforma de Dilma

A reforma de Dilma Roussef (PT) na opinião de especialistas não resolverá absolutamente nada. A máquina continua inchada com 31 ministérios e a gastança, sem controle. O Governo e o PT querem mais impostos para continuar sacrificando o setor privado e o povo brasileiro. Nenhum sinal no combate a inflação. O dólar anda oscilando em R$ 4,00.

Os aliados continuam insatisfeitos a exemplo do PMDB, PP, PTB, PSC, PHS e PEN. O líder do PMDB, deputado federal Leonardo Picianni (RJ) já perdeu o comando sobre os demais parlamentares que se rebelaram contra o toma-lá-dá-cá. Para Eduardo Cunha, a reforma foi muito ruim para o governo porque não altera posições: quem é contra a Dilma, continuará contra. Picianni corre risco de cair como líder do blocão na próxima terça – feira (6) em reunião marcada com os líderes dos partidos que integram o grupo.

Dentro do PMDB a situação do deputado  Picianni também não é boa. 22 deputados do partido manifestaram insatisfação com o apoio e troca por ministérios que vem desgastando a legenda em todo Brasil. “O PMDB está de costas para o movimento das ruas”, disse o deputado federal Lúcio Vieira Lima. O ex-ministro Geddel Vieira Lima sentenciou: “Nós temos um governo absolutamente sem rumo. A crise é Dilma e esse é um fato concreto”, disse.

O Brasil precisa retomar o crescimento – acabar com a inflação e voltar a gerar emprego e renda. Dilma já não governa e Lula busca se proteger com a ilusão de apagar a mancha de corrupção que o seu Governo deixou de herança para a atual presidente, que por sua vez,  perdeu o controle absoluto com uma gestão fraca e desacreditada. Saudade de FHC!

Dólar atinge a maior valorização desde a criação do Plano Real

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Publicado por Mateus Novais | Colocado em Economia | Data: 22 set 2015

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por Mateus Novais

alta_dolar

A cotação do dólar atingiu seu maior valor desde a criação do Plano Real, em 1994, na sessão desta terça-feira (22). A moeda norte-americana chegou ao valor de R$ 4,033 na máxima. A causa da alta está sendo creditada a instabilidade da economia brasileira e a crise política.

A alta do dólar deve derrubar o Brasil no ranking das maiores economias do mundo, elevar a dívida externa das empresas em reais e pressionar os índices de inflação. Segundo ranking elaborado pela Austin Rating, a escalada do dólar, associada ao baixo crescimento econômico, fará o Brasil perder a 8ª posição entre as maiores economias globais. O cálculo foi baseado em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), pesquisa Focus (18/09/15) e câmbio desta segunda. Pelo ranking, o Brasil deve começar 2016 na 9ª posição, atrás do Canadá, que também vive uma recessão econômica.

A vantagem da desvalorização do real será a melhora no setor externo, com uma redução do déficit em transações correntes.

O maior valor registrado até era o de R$ 3,99, em outubro de 2002. Na época, o mercado temia as implicações da possível eleição do então candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT).