Prazo para reembolso de passagens aéreas é prorrogado até outubro

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 13 jan 2021

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Fonte: Brasil 61

Consumidores que precisam pedir o reembolso de voos eventualmente cancelados por conta da pandemia de Covid-19 ganharam mais prazo para realizar o pedido. O Governo Federal prorrogou até o dia 31 de outubro deste ano as regras para o reembolso de passagens aéreas. 

O objetivo da medida é garantir o direito dos passageiros e a sobrevivência das empresas aéreas, que foram fortemente afetadas pela pandemia em 2020. As regras continuam as mesmas, as companhias aéreas têm o prazo de 12 meses, a contar da data do voo cancelado, para realizar a devolução do dinheiro, caso o passageiro solicite. 

O valor será atualizado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e, quando cabível, oferecer assistência material. Além disso, a legislação dá ao consumidor o direito de obter crédito do valor correspondente ao da passagem aérea, sem incidência de qualquer penalidade contratual. A expectativa é de que a medida melhore a programação pelo consumidor e pelas companhias aéreas num período de insegurança.

Lei que traz regras para reembolso de passagens aéreas durante pandemia é sancionada

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Publicado por Editor | Colocado em Brasil, Geral, transporte | Data: 13 ago 2020

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Fonte:expressopb

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que dá às companhias aéreas o prazo de 12 meses para reembolsar o consumidor que teve seu voo cancelado entre 19 de março e 31 de dezembro de 2020.

A norma (Lei 14.034/20), publicada na última quinta-feira (6) no Diário Oficial da União, também prevê medidas para ajudar as companhias aéreas, que viram o faturamento cair com a pandemia. Segundo a lei, em substituição ao reembolso, poderá ser concedido ao consumidor a opção de receber crédito de valor maior ou igual ao da passagem aérea, a ser utilizado para a aquisição de produtos ou serviços oferecidos pelo transportador em até 18 meses, contados de seu recebimento.

Além disso, se houver cancelamento de voo, o transportador deve oferecer ao consumidor, sempre que possível, como alternativa ao reembolso, as opções de reacomodação em outro voo, próprio ou de terceiro, e de remarcação da passagem aérea, sem ônus.

O consumidor que desistir de voo neste período, de 19/3 a 31/12, poderá optar pelo reembolso, mas sujeito ao pagamento de eventuais penalidades contratuais, ou por obter crédito de valor correspondente ao da passagem aérea, sem incidência de quaisquer penalidades contratuais. Este crédito deverá ser concedido em 7 dias.

Prefeitura faz acordo para reembolsar usuário do SUS com valores de passagens

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Publicado por Editor | Colocado em Saúde | Data: 13 mar 2017

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Redação

Juraci dos Santos assina acordo na sede da Defensoria Pública

O cabeleireiro de Vitória da Conquista Juraci dos Santos será reembolsado pela Prefeitura Municipal pela compra de passagens por conta própria para passar por procedimento cirúrgico em Salvador. Juraci dos Santos, usuário do Sistema Único de Saúde, teve que parcelar mais de R$ 600 em transporte para não perder a cirurgia que estava marcada para dezembro do último ano.

No final de 2016, o cabeleireiro teve o custeio de passagens negado pelo Poder Executivo por meio do benefício para Tratamento Fora do Domicílio, oferecido a pessoas que precisam passar por tratamento fora de Vitória da Conquista. Ele, então, parcelou a despesa no próprio cartão de crédito, como também não tinha condições de pagar deslocamento de um acompanhante, seguiu sozinho para o procedimento.

Na última sexta-feira (10), através do projeto Centro de Mediação e Conciliação: Minha Porta para Resolução do Meu Conflito da Defensoria Pública Estadual (DPE-BA), ficou definido que a Prefeitura irá reembolsar as despesas assumidas por Juraci, o que evitou ações judiciais na área de assistência municipal à saúde no Município.

Segundo defensora pública Marta Almeida, responsável pelo Projeto premiado recentemente pelo Conselho Nacional de Justiça, caso fosse movida uma ação judicial, Juraci dos Santos demoraria anos para ser ressarcido do valor gasto. “O mundo contemporâneo exige o abandono das antigas práticas adversariais e a adoção de novos e criativos métodos para perseguir preservação de direitos, fortalecimento da cidadania e reorganização de um Estado Democrático caracterizado pelos atributos da eficiência e da responsabilidade”, defendeu ao destacar que a instituição está praticando as técnicas colaborativas previstas no Código de Processo Civil e na Lei 13.140/2015 – conhecida como Lei da Mediação. “Ampliando o espaço democrático, garantindo o princípio da autonomia da vontade das partes que, no caso do assistido, teve a oportunidade de participar, requerer, questionar e conhecer a forma que a Defensoria Pública está utilizando para solucionar a sua demanda”, complementou.