Aumenta a demanda de Seguros de veículos “Pay Per Use” no Brasil pela pandemia do Coronavírus

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Publicado por Editor | Colocado em Geral | Data: 16 fev 2021

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Por Melissa Murialdo

De janeiro a abril de 2020, as seguradoras de veículos no país viram uma queda de R$ 1,1 bilhão no seu faturamento como consequência da diminuição das vendas e pelos descontos aplicados aos clientes existentes, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados. A caída foi de 5% em referência ao mesmo período do ano anterior. No entanto, nos últimos meses mostraram uma tendência mais positiva. O acumulado de janeiro a outubro de 2020 mostra uma queda de apenas 1,1% em relação ao mesmo período de 2019.

Trabalhar em casa e o distanciamento social fazem que os usuários avaliem manter seguros com amplas coberturas, especialmente se a renda tiver sido afetada neste período. Enquanto as seguradoras tradicionais fazem até o impossível para reter seus clientes, as empresas que oferecem seguros “Pay per Use” (PPU) como a Bidu (do grupo Thinkseg) viram seus números crescerem 250% entre maio e julho de 2020. Estes serviços são voltados principalmente ao público proprietário de carros de até R$ 30 mil.

Os seguros deste tipo, para carros básicos, são a partir de R$ 25. O segurado paga um montante fixo por mês, que é incrementado por cada quilômetro percorrido. O modelo é uma alternativa muito atrativa nesta época, já é popular nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, foi aprovado em agosto no ano passado, com base em uma medida estabelecida em 2019.

Apesar do mal momento que estão passando os seguros de carros tradicionais, outros segmentos do setor tiveram uma sorte diferente. Os seguros de vida e de residência, por exemplo, tiveram aumentos na sua faturação e vários deles começaram a incluir coberturas contra a COVID-19.

O principal motivo da queda na demanda de seguros veiculares foi a diminuição nas vendas de carros 0km. Nos primeiros meses com uma pandemia declarada (março, abril, maio) houve uma contração de 57,5% que colocou em xeque a indústria, o que obrigou a redução dos funcionários em alguns casos.

As vendas de veículos (automóveis e comerciais leves) caíram 26,6% em 2020. Foi a primeira queda nas vendas em 4 anos. O mês de abril teve o pior desempenho de venda de carros dos últimos 14 anos, com redução que representa mais de 75%

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Justiça Federal condena empresas por comércio ilegal de seguros automotivos em Conquista

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 20 jun 2016

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Da Redação

MPF B
A Associação dos Proprietários de Motocicletas de Vitória da Conquista (Supermotos) e a Associação Conquistense dos Transportes de Carga (Acontran) foram condenadas por comercialização ilegal de seguros automotivos pela Justiça Federal. A sentença ocorreu após pedido do Ministério Público Federal da cidade.

De acordo com a sentença, as empresas estão proibidas de renovar, ofertar, anunciar ou comercializar contratos de seguro e deverão: devolver as mensalidades com juros; pagar multa por danos morais coletivos no valor de R$15 mil cada uma; e anular todos os contratos já celebrados, divulgando em outdoors do município, por no mínimo dez dias, a informação da nulidade contratos e da necessidade de autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) – órgão que controla o mercado de seguros – para atuação no comércio de seguros.

Segundo o MPF, as empresas, na tentativa de ocultar sua natureza comercial, eram definidas como “associações” (sem fins lucrativos) e os contratos firmados com os consumidores eram intitulados “proteção veicular dos associados”. Sob a falsa definição, as empresas poderiam vender e administrar seguros sem autorização e fiscalização da Susep, tornando desleal a concorrência com empresas que atuavam de forma regular.

A denúncia foi recebida pela Justiça Federal no dia 2 de março e a sentença foi expedida no dia 31 de maio.