Promotor lamenta ausência da imprensa no julgamento de homem que matou a esposa com 19 facadas

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Publicado por Editor | Colocado em Vit. da Conquista | Data: 22 ago 2013

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da Redação

JURI

Réu perdeu a liberdade e foi conduzido ao Presídio Nilton Gonçalves condenado a 14 anos
O Tribunal do Júri, presidido pelo juiz Reno Soares com participação da juíza auxiliar Janine Matos, condenou o réu Antônio Alves dos Santos, acusado de matar a sua esposa Maristela Santos Almeida com 19 facadas, no Jardim Copacabana no dia 27 de setembro de 2009 foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado. A defesa alegou homicídio privilegiado, mas não convenceu os jurados. A tese do promotor foi acatada e o réu foi enquadrado em homicídio qualificado por motivo torpe.

Para o promotor, Leandro Meira, foi um júri que causou muitas surpresas, onde o réu que respondeu todo processo em liberdade, teve a prisão decretada e encaminhado ao Presídio Nilton Gonçalves. “O resultado deste júri reflete o pensamento da sociedade conquistense que não tolera mais violência contra mulher. O povo está dando seu recado e quer punição para seus agressores“, desabafou o promotor. O promotor Leandro Meira que contou nos trabalhos de acusação com o defensor público Marco Aurélio Campos, em conversa com a repórter Mônica Cajaiba, lamentou a ausência da imprensa. A Rádio Clube FM (95,9) e o Blog da Resenha Geral não receberam nenhum comunicado do MP e Vara do Júri através de suas assessorias.