Uesb mantém serviços de saúde para a comunidade na pandemia

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Publicado por Editor 2 | Colocado em Saúde, Sudoeste, Vit. da Conquista | Data: 14 maio 2021

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Há mais de um ano, universidades e faculdades precisaram adaptar suas atividades acadêmicas por conta da pandemia da Covid-19. A nova realidade impôs ajustes que seguissem protocolos sanitários capazes de evitar a disseminação do coronavírus. Na Uesb, a garantia da continuidade das atividades foi pensada, não apenas no âmbito do ensino com o formato remoto, mas, também, para atender às demandas sociais. Projetos, programas e núcleos, especialmente na área de Saúde, adaptaram seu funcionamento para continuar ofertando serviços de atendimento ao público.

Em Jequié, a Clínica Escola de Fisioterapia da Uesb realiza atendimentos de saúde pelo Consultório Virtual, com teleconsulta e telerreabilitação para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) da Secretaria Municipal da cidade. O serviço está integrado às atividades assistenciais de Estágio Supervisionado em Fisioterapia 1 e 2. Atualmente, estão sendo realizados atendimentos a pacientes acometidos pela Covid-19 e, também, com agravos causados por doenças reumatológicas, traumato-ortopédicas, cardiorrespiratória, neurológicas, pediátricas, dentre outras.

Com a prestação de serviços à comunidade, professores e alunos contribuem para manutenção da vida e do resgate da cidadania e esperança dos indivíduos, principalmente, nesse momento de pandemia. “A Universidade, através do curso de Fisioterapia, reforça seu papel social na extensão de suas atividades à comunidade, proporcionando, aos discentes, vivências que impulsionarão suas vidas profissionais e pessoais e, à comunidade, acesso a novas tecnologias assistenciais”, conclui a professora Jamine Araújo, coordenadora da Clínica.

Para auxiliar na assistência aos estudantes e professores envolvidos nesse atendimento, a Uesb implantou o prontuário eletrônico, dando acesso remoto aos dados dos pacientes e cadastramento no sistema. “Antes de vivenciar o estágio remoto, estava receosa e insegura de como iria ocorrer. Hoje, percebo que é possível e que a modalidade veio para somar, além de ser uma ferramenta que possibilita maior alcance de pessoas e que reflete, diretamente, na qualidade de vida dos pacientes”, esclarece Sabrina Caires, estudante do 9º semestre de Fisioterapia.

Outro espaço da Uesb que continua atendendo à comunidade externa, mesmo com adaptações, é o Centro Universitário de Atenção à Saúde (Ceuas), no campus de Vitória da Conquista. Segundo a professora Lorena Gusmão, coordenadora do Centro, “os atendimentos estão ocorrendo em número reduzido, funcionando em 30% de nossa capacidade. Estamos tendo atendimento ambulatório de Ginecologia e Pediatria, e os serviços do centro diagnóstico também estão mantidos, realizando ecocardiograma, eletrocardiograma, mapa, holter, teste de esforço e ultrassons. Seguindo todas as normas de segurança, orientamos os nossos pacientes, desde a marcação por telefone e fazemos, também, a medição da temperatura antes da entrada no serviço”.

As adaptações que o momento exige são necessárias, assim como os serviços que estão sendo prestados à comunidade externa, a fim de atender, dentro das possibilidades, todas as demandas apresentadas. “O ambulatório escola faz esse importante papel de interlocução entre ensino, serviço e comunidade. Acreditamos que, mesmo sendo um serviço de saúde, inserido no âmbito da educação, ele precisa se manter e se ampliar, considerando as medidas sanitárias necessárias, uma vez que a nossa comunidade não pode ficar desassistida”, ressalta a coordenadora do Ceuas.

Frequentando o Ceuas pela primeira vez, para uma consulta em atendimento ginecológico, a cozinheira Vaneide Batista disse ter gostado muito do atendimento que recebeu e da forma como foi assistida, além de reconhecer a importância do serviço realizado por meio da Uesb. “É de suma importância a Universidade disponibilizar esse serviço pra comunidade de Vitória da Conquista, que abrange a cidade como um todo, pois é difícil a gente conseguir esse tipo de espaço, principalmente, agora, nesse momento de pandemia”, opina.

Quem também aprova e reconhece o trabalho desenvolvido no Ceuas é a caixa Joice Kelly Silva, que realizou um ecocardiograma por meio do atendimento. “Esse serviço é muito importante para mim e para tantas outras pessoas que não tem condições de fazer esse exame até pra ter um diagnóstico da saúde”, relata. Com informações Ascom/Uesb

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